David quer começar a investir e me diga com relação ao postagem que publiquei na Revista Investidor: “Tú Entende se o teu Plano Financeiro dá certo?”
Eu disse: “Vou me introduzirem como investidor, estou aprendendo o básico. Estava por me dirigir ao banco para começar com um Fundo de Investimento. Após ler seus comentários a respeito de os “vendedores de Fundos de Investimento” e de alguns “conselheiros” que há no mercado, quero lhe perguntar: Por onde seria o meu bem começo?”
Estou na fase de formar um capital de arranque, tenho trinta e sete anos, estou prestes a ser pai, e te diria que os meus objectivos pra começar a investir seriam os seguintes:
Acho que o meu perfil de investidor vai de moderado, moderado / alto traço.
Eu quero partir de um fundo de investimento pra acrescentar meu capital, e irlo incrementando com uma economia sistemática. Por onde começo? Quem é um ótimo conselheiro?
David, inicialmente te parabenizo por ter bem definidos os seus objectivos de investimento. Esse é o primeiro passo para começar a investir e permite-me desenvolver-lhe recomendações pouco mais concretas.
Em todas as empresas há consultores bons e maus. Quase todas se preocupam com capacitá-los, conceder-lhes conceitos. Não obstante, infelizmente, poucas são as que têm uma metodologia institucional de assessoria. Ao final, o que importa é a venda.
Para tentar combater este dificuldade, alguns operadores ou distribuidores de fundos oferecem “carteiras recomendadas” para começar a investir. É narrar, o assessor se aplica um questionário pra tentar visualizar qual é o seu perfil de traço e em apoio a isto se pode propor algum dos portfólios de fundos que você furar a esse perfil pra começar a investir. Não é um mau tema, entretanto ainda assim às vezes se cai no erro de que não entendem perfeitamente os objetivos do comprador.
Tenho duas recomendações sobre o assunto as quais realmente compensa reflectir antes de começar a investir:
Por outro lado, sugiro abrir três contas separadas, uma pra cada objetivo, e nem combinar, já que é complicado oferecer-lhe seguimento. As recomendações em geral para começar a investir em centro seriam as seguintes:
Ao começar a investir para a sua remoção, nem se esqueça de desfrutar os estímulos fiscais que nos dá a Secretaria da Fazenda. Se você abrir um Plano Pessoal de Remoção (várias das instituições acima mencionadas os fornece) sujeito ao Art. 176 da LISR, tuas contribuições são 100% dedutíveis do imposto de renda (até um direito limite). O que quer dizer que de cada 100 dólares investidos, estes você pode deduzir de sua declaração anual, e da Fazenda se poderá devolver até vinte e oito de pesos (de acordo com a faixa de taxa impositiva em que tu se encontra). Além disso, os seus interesses nem são sujeitos a impostos por esse plano, pelo que o seu dinheiro cresce mais rápido. No ano seguinte, você podes re-inverter esta devolução fiscal em um plano deste tipo. Se tú voltar ao topo e ainda quiser investir mais, há outro plano, sujeito ao Art. 218 da LISR, que também dá vantagens. O respeitável é que o dinheiro se continue até os sessenta e cinco anos, já que do contrário se arredar antes, então tú deve pagar o imposto que tú voltou. E, no instante de sua aposentadoria, desde que tenha mais de 65 anos, há benefícios fiscais importantes também, como isenção de impostos por uma fração significativo do dinheiro.
É interessante que se tú abrir um plano deste tipo, tenha a opção de investir parcela de seu dinheiro pela Bolsa (com o seu horizonte de investimento e perfil de traço, que me dizes, pode ser entre trinta% e 60% do investimento inicial). Rebalancea seu portfólio de forma trimestral ou, ao menos, anual (para conservar este percentual que não exceda). O percentual precisa encaminhar-se diminuindo à quantidade que se aproxima a idade de aposentadoria, pra ir diminuindo o risco do portfólio.
O horizonte de investimento que me expõe, tu também pode aproveitar e investir um percentual em Bolsa (pode ser o mesmo de 30% – e destinar-se abaixando o percentual quando se chega à meta). De facto, poderá a excelente começar a investir 10.000, Bolsa, ou mais, dos 5 primeiros anos, em um fundo indexado, e deixar que cresça sozinho até os vinte e um anos de idade de seu filho. Tú poderá acreditar a possibilidade de contratar um seguro educacional em UDI’s. Um seguro a toda a hora é mais caro (se comparado contra a contribuição que faríamos em um plano de poupança separadamente, já que na maioria dos casos, nós podemos assumir um maior desempenho e, deste modo, pra regressar ao mesmo valor, teríamos que investir menos do que o que nos custa a prima). Todavia, oferece outro tipo de benefícios. Psicologicamente, pra muita gente, é bem pagar um seguro, já que entende que a prima é uma obrigação que nem podes deixar de lado, visto que se não for cancelado o seguro. De outra forma, é relativamente fácil achar uma “chance” (a título de exemplo, adquirir uma casa superior) e utilizar o fundo que originalmente tínhamos destinado à educação, ou nem continuar a contribuir.
Investe em fundos de dívida (sem bolsa) em pesos, principalmente a médio prazo (que é o seu horizonte). Você podes pôr mais 10% em um agradável fundo de curto prazo e outro de dez%, em qualquer fundo de dívida de mais comprido prazo (que nem seja de bastante alongado período) ou até mesmo um “piquito” (cinco%) em qualquer outra moeda como de dólares ou euros.

O sábado passado fui para a apresentação na Cidade do México, do melhor-sucedido livro Anão Porco Capitalista de Sofia Macias. Apesar de já tinha preparado um post, passei tão bem essa noite que chegando em moradia eu quis digitar esta resenha. Infelizmente não foi possível, pelo motivo de nem havia luz elétrica em todo o fracionamento (apagão de mais de vinte e quatro horas, em razão de se danificou um transformador). Dessa maneira a público até o dia de hoje.
A mim me dá um adoro vasto sucesso de Sofia, porque além de que o teu livro é que show hein e fácil de ler (conseguem confirmar a resenha que fiz nesse lugar), quanto mais pessoas lerem, mais se cumpre o propósito de conduzir a mais pessoas a cultura financeira, que, no fim, é a meta de um servidor (e de Sofia, e de muitos outros colegas que também apoiam este projecto). Os blogs e as colunas que escreveu em vários jornais e revistas, porém são lidas por muitas pessoas, é um número extremamente anão comparado com os mais de 110 milhões de habitantes que somos). México requer que a cultura financeira é transmitida de maneira mais massiva – e Sofia está conseguindo.
A apresentação do livro começou com as frases do jornalista Carlos Puig, cheia de ironia e de humor. Particularmente, me diverti muito no momento em que ele confessou que as finanças pessoais não lhe interessavam muito e que no momento em que levou o livro para moradia, não o leu. Todavia tua filha sim e lhe pediu para abrir um fundo de investimento: então tú tinha que ler o capítulo correspondente pra poder compreender o que era isso. Muito divertida.
Depois tomou a frase Roberto Morán, editor da revista Dinheiro Inteligente, que na minha opinião é um tipazo (coisa que eu coloquei no twitter, o que gerou um gratidão de tua cota, contudo também uma reclamação de que nem se disse pessoalmente – da próxima vez que me toque-lo com gosto o farei). Roberto conversou sobre isso alguns conceitos de finanças pessoais contidos no livro, e nem perdeu a chance para divulgar um pouco o trabalho de divulgação que procuram fazer a revista que dirige, e que também colabora Sofia.
Posteriormente, veio uma sessão de perguntas e respostas, as quais, pela minha opinião, foram respondidas por Sofia de uma maneira não só deve, contudo motivadora. O que mais me impressionou foi a forma como ela se expõe ao equilíbrio tão necessário nas finanças pessoais: gastar no que de fato queremos da existência, nem só hoje, no entanto também no futuro. Com equilíbrio entre as necessidades presentes e futuras. Conceito que explica com grande compreensão e da cotidianidade na linguagem, que em tal grau caracteriza – e que lhe admiro extremamente.
Carlos Puig, que lhe fez, no conclusão, uma pergunta difícil: o que não gastar. Após refletir uma fração de segundo, Sofia neste instante respondeu: o que não te interessa, o que realmente nem quer gastar. Carlos é-lhe ficou assistindo, e logo em seguida, ela adicionou: como por exemplo pagar os juros no cartões de crédito, despesa que muitas pessoas têm e que, a menos que alguém goste de doar seu dinheiro pro banco, é um reflexo fiel de um desses despesas que nem refletem o que realmente queremos.
No encerramento, houveram muitas perguntas, muitos conceitos, que é feito de uma maneira admirável, a autora de Baixo Porco Capitalista, dos quais, particularmente, aprendi bastante. Eu gostei quando ele disse que no México, estamos diante de uma chance de ouro, pela mudança da pirâmide populacional. E eu nem poderia estar mais de acordo com ela.
É sério ressaltar que o salão estava completamente lotado, com muita gente que teve que ficar do lado de fora no corredor, tentando ouvir o que podia, por causa de já não cabia mais ninguém para dentro. Um enorme prazer, já que as apresentações de livros que se fazem em Gandhi não costumam ser tão concorridas.
Ao conclusão da apresentação, Sofia deu-25 porquinhos capitalistas (centavos na pólio verdes) os primeiros que compraram o livro naquela noite, e pôs-se a responder por em torno de duas horas pra longa fila de fãs que pediam um autógrafo e uma foto. Vários também pediram dicas pra Sofia, que ouvia atentamente a situação de cada um, e lhes dava a sua opinião. De verdade enxergar isso dava extremamente gosto.
Cabe mencionar que o amplo serviço de promoção de este livro foi liderado na própria autora. Sofia dispõe buscado as entrevistas de rádio, as apresentações em diversas cidades, no fim, ela moveu-se extremamente por tua conta. É de admirar que ela seja, como diz Carlos Puig, tão “intensita”. Em razão de vá que possui rendido frutos.
Ao longo da apresentação, tive a oportunidade de cumprimentar e discutir bastante tempo com os meus colegas e amigos Roberto Morán, Adina Chelminsky e Eduardo Corona. Também pude compreender pessoalmente a Regina Reis-Heroles, novo vencedor da mais recente edição do Prémio de Jornalismo em Seguros (bem que não pudemos conversar muito).
Além disso, tive a oportunidade de perceber ao vivo a um grande companheiro, com quem já tinha tido a oportunidade de falar avenida Skype: Eloy Jaimes Lopes, que participou do evento juntamente com sua esposa. Curiosamente, a noite anterior tínhamos uma sessão de aconselhamento, extremamente valiosa para mim. A conversa com ele foi mais do que sensacional, focada no orgulho que sente de ser um agente de seguros (e como nem, como já escrevi várias vezes, os bons como ele, são essenciais).
Eloy cumprimentou e nos apresentou a um de seus segurados, que também participou da apresentação: David Melo, um piá de Puebla com uma história por excessivo estupendo. David ganhou assessoria em tal grau a Biografia como a de Sofia (caiu em boas mãos). Esse suporte, juntamente com a sua inteligência e tenacidade, têm o levou a realizar grandes coisas. E o que ausência ainda.
No término, foi uma noite pra mim redonda. É a todo o momento um prazer discutir com amigos que compartilham os mesmos interesses, apesar de que, segundo mencionou Roberto Morán (em tom de brincadeira, é claro), que sejamos “concorrência fiel”. Se aprendendo a toda a hora coisas novas. Foi um entusiasmo gigantesco dominar a David e ouvir a tua história. Entretanto acima de tudo, me senti bastante orgulhoso de poder estar lá e falar sobre este tema o sucesso de Sofia (teve com teu vasto livro.

Desde há bastante tempo, demonstrou-se que uma das formas mais eficazes de criar um orçamento que de fato funcione, é utilizar uma técnica chamada orçamento de soma zero.
Em tempos onde nem existiam tantos instrumentos financeiros, várias de nossas mães e avós recebiam a tua renda e o distribuíam em sobrecitos para o gasto. Um era sobre isso a renda, outro para a comida, outro tanto para a poupança em caso de imprevistos, etc. assim, sabendo que nem podiam gastar em cada setor, melhor do que o dinheiro que tinha no envelope, podiam controlar os gastos de maneira eficaz, e programar a tua poupança.
Nos dias de hoje isto nem é tão fácil, dada a sofisticação dos produtos bancários. Na atualidade várias pessoas fazem pagamentos com o seu cartão de crédito ou débito, tais como, e lhes custa bastante trabalho pra saber como é que se vai tão rápido o teu dinheiro.
Uma vez que bem, o orçamento de soma zero é uma ferramenta que nos permite retomar esta forma de controlar os gastos que tão bons resultados deu. É uma ferramenta muito acessível, já que exige apenas uma meia hora no último dia de cada mês, pra incluir no orçamento o seguinte, e alguns minutos por dia para olhar como vamos.
Como desenvolver um orçamento de soma zero?
Os passos são os seguintes:
Existe uma ferramenta, um software, que é baseado em estratégias e no conceito do orçamento de soma zero, e que teve um sucesso enorme, dada a sua simplicidade. Muitos programas de Finanças Pessoais que eu tenho recomendado em minhas colunas, são extremamente úteis, porém fazem uma análise retrospectiva. Ou seja, nos dão um feedback depois de ter gasto o dinheiro. Nos dizem em que gastá-lo, mas nem nos ajudam bastante a enxergar de maneira descomplicado, como estamos e o que temos que montar para que nem nos saia de controle. No entanto, You Need A Budget, centra-se exclusivamente no orçamento de soma zero, e realmente nos auxílio bastante a controlar o nosso dinheiro. Eu comecei a usar a partir de produzir alguns meses, e realmente tem notado uma mudança relevante: nesta ocasião eu tenho bastante mais controle do meu dinheiro.
Em tal grau o weblog como o programa está em inglês, porém o mesmo é descomplicado e só exigem dominar o significado de certas frases pra poder usá-lo. Há uma versão básica que tem êxito no Excel (ou Open Office – uma alternativa gratuita ao Microsoft Office) e outra versão chamada de “Pro” pra Windows (versão Mac virá muito em breve). Atualização: a versão básica do Excel foi descontinuado, porém já existe uma versão mais universal que tem êxito com Windows e Mac, como esta de aplicativos pra iPhone e Android.
Como conseguem perceber, Jesse, o criador, acrescentou uma regra (a Determinação Não. 4) que consiste em deslocar-se juntando um “colchão” de um mês de salário, de tal maneira que possamos cotar o mês seguinte, com o dinheiro que ganhamos no mês anterior. Isto é, conseguir ir para um mês à frente de nossos gastos. Isso é especialmente importante no caso de um depósito irregular. Realmente dá uma serenidade vasto poder planejar as despesas do mês que entra, com o dinheiro que temos hoje em nossa conta bancária. Oferece conceitos bastante úteis em teu site, o qual eu de fato recomendo visitar.

Carolina possui uma dúvida sobre isto o que ocorre com os fundos de investimento no caso de falência da operadora, falência e/ou venda do banco. Domina que o IPAB nem cobre os fundos de investimento e, deste modo, preocupa-se com saber se existe a circunstância de perder todo o dinheiro investido.
Também gostaria de saber qual seria o procedimento se trata-se de um fundo que investe em papéis do governo. Se pagaria o governo, e como.
Na verdade, como você podes ler na bula de informação ao público investidor de qualquer nação de investimento (a todo o momento há que lê-los com detalhe), por cada fundo de investimento, é constituído como uma corporação, que é inteiramente independente do banco ou da instituição que opera (mesmo que seja feito por ela).
Então, as sociedades de investimento funcionam como empresas, com capital e recursos próprios. Teu único propósito como organização é investir o dinheiro de seus parceiros (investidores), em carteiras de investimento com características melhor definidas. Só conseguem investir no tipo de instrumentos e pela proporção que se diz na bula.
Então, juridicamente são entidades distintas. O que o fundo faz é contratar o banco ou operadora de serviços próprios de gestão, que lhe permitem funcionar (certamente, o fundo contrata a operadora que o desenvolveu – quem, por esse instante, é o único acionista). Porém também contratar outros serviços com outras instituições: calificadoras externas, distribuidoras de fundos, fornecedoras de preços pra avaliar de maneira diárias de seus ativos, etc.
Em caso de falência da operadora, ou se chegasse a ser vendida, ou resgatada, a sociedade de investimento, como tal, não lhe acontece nada. Teu portfólio não é afetado neste acontecimento.
Assim, o risco de um fundo de investimento é determinado por instrumentos em que está investido. Os donos do portfólio são os accionistas do fundo – seus investidores (o banco ou operadoras são proprietários só na proporção de ações que eles tenham no fundo – normalmente é o capital fixo, sem justo à aposentadoria). Todos os ativos do portfólio (sejam instrumentos governamentais ou não) continuam a ser do fundo.
Se por alguma razão o fundo vier a desaparecer, ocorre o mesmo que com qualquer empresa: se vendem os ativos e apropriado a cada sócio a sua participação.
No entanto, geralmente, um fundo nem é feita deste modo tão fácil. Geralmente, no momento em que um banco ou operadora é vendido, o fundo passa a ser gerenciado pelo comprador (que poderia, por tua vez, decidir fusionarlo com qualquer outro dos fundos que administra, ou vender a sua participação a um terceiro).
Se um banco chegasse a ter problemas deste tipo, seria mediado pelo Governo que nomearia tutor a um administrador do mesmo, o qual continuaria operando o banco, incluindo os seus fundos (ao menos até resolver o que gerar com eles).
Todavia, perante este tipo de situações, pode acontecer que o banco ou a operadora emproblemada, deixe de prestar a atenção devida ao fundo e esquecer um pouco a tua utilização. Desse modo sempre é essencial monitorar nossos investimentos – em tais casos, possivelmente convier ser alterado pra outro fundo e pronto.
Isso é o que podes acontecer em caso de falência da operadora – eu adoraria ler suas opiniões.

Há muito tempo atrás, um conhecido recebeu uma herança familiar importante. Tão logo o teve em seu poder, comprou um seguro dotal, que tinha a característica de que ele receberia um pagamento mensal aproximado por vinte anos, e o dinheiro restante no final desse período.
Neste instante eu disse que tinha tomado uma decisão extremamente precipitada. Comentei que, se tivesse me consultado, poderíamos ter analisado juntos muitas algumas alternativas de investimento, que lhe tivessem permitido gerar melhores rendimentos ao longo dos anos e, assim, ter tirado bastante melhor suco a essa soma.
Entretanto, meu amigo sorriu e me disse: eu o sei, desse modo não te consultar. Se tivesse feito isso que tu me diz, eu provavelmente teria gasto em menos de cinco anos. Esse comentário me abriu os olhos, e comecei a pensar que meu camarada tinha razão: o homem era um cliente compulsivo e costumava gastar tudo que ganhava e ainda mais: a todo o momento estava endividado.
Após ter pensado um pouco, eu gosto de tudo o que fez: meu camarada conhecia-se a si mesmo, e apesar de possivelmente eu tivesse agido distinto em redor desse dinheiro, fez o que ele mais lhe convinha.
Este fato me fez recordar uma máxima de Finanças Pessoais: se os conselhos financeiros nem levam em conta a personalidade e o estilo de vida das pessoas com os quais nos oferecemos, eles se transformam em frases, que nem servem absolutamente pra nada.
É desta maneira que hoje eu quero conversar a respeito de a personalidade financeira – em especial de 4 das diferentes personalidades financeiras com as que eu descobri, tal como algumas sugestões que são adequados a cada uma delas.
Cabe mencionar que cada pessoa é um mundo, assim sendo que há tantas personalidades financeiras como indivíduos. Entretanto, essas quatro de alguma maneira nos engloba a todos (mesmo que muitos de nós poderíamos reconhecer com mais de uma personalidade). Devemos, dessa maneira, descobrir o equilíbrio dentro de nós mesmos, e de utilizar as sugestões que bem se adaptem ao nosso caso em peculiar. Finanças Pessoais, como muitos aspectos da existência, devem-se traçar de dentro pra fora: isto é, devem partir de nós mesmos, de nossos sonhos e necessidades mais profundas, pra então dirigir-se a atingir os nossos objectivos.
Amanhã falaremos das duas primeiras.
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A série completa de Qual é a tua Personalidade Financeira?
Quota um – Introdução
Divisão dois – O Consumista e o Ordenado
Fração 3 – O Ilusionista e o Covarde
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Todas as pessoas, vivemos diferentes fases da existência – durante a mesma. Em cada uma dessas fases da vida, as nossas necessidades e objetivos são específicos e, definitivamente, vão mudando com o tempo.
Neste significado, como já disse em novas ocasiões, nem é o mesmo estar começando nossa vida de serviço, de estar à beira do nosso retiro. Não temos as mesmas necessidades no momento em que estamos desfrutando a nossa juventude, que no momento em que nos casamos. Isso é, em que fase de nossa vida nos encontramos, e que necessidades surgem, a partir daí, influencia de forma definitiva a forma como devemos lidar e investir o nosso dinheiro.
Deste jeito, queremos enunciar algumas das etapas mais comuns que muitos de nós passamos, e alguns exemplos de que forma as decisões de investimento que podemos – ou nem – montar nesses momentos.
1.
Quando estamos estudando. Nessa fase, diversas vezes, surge a indispensabilidade de economizar, a menos que tenhamos que fazê-lo para comprar um bem, tal como um automóvel ou um novo gadget, como por exemplo. Não obstante, é importante que nós comecemos a formar uma obediência de poupança, independentemente de termos estas necessidades ou não. A bem opção consiste em destacar 10% do que recebemos, e salvá-lo em um cofrinho ou em uma carteira dentro de uma gaveta. Após um tanto de tempo, veremos que conseguimos uma quantia respeitável.
Dois.
Quando saímos da escola e encontramos o nosso primeiro serviço. Nessa fase, é muito respeitável desenvolver três coisas:
Se o nosso salário permite, é excelente destinar dez% do mesmo a cada objetivo (ou melhor, vinte% no total). Se não é possível, então, ao menos, consagrar a décima porção a ambos os objetivos (cinco% para o primeiro, até que tenhamos um fundo pra emergências que cubra entre três e 6 meses do nosso gasto líquido mensal e 5% pro segundo).
Três.
No momento em que ganhamos nossa primeira promoção ou aumento substancial no salário (acima da inflação). Prontamente é essencial nem perder a cabeça e continuar investindo pra os dois objetivos acima descritos. O excedente é que podemos investir pra um terceiro objectivo: poupar pra obter um automóvel ou para o engate de um departamento. É respeitável nem gastar o excedente em aumentar substancialmente o nosso gasto – nível de vida. Ainda nem é tempo: a paciência recompensa, e o faz em extenso escala.
Quatro.
Quando temos planos de casamento. Isto, em si mesmo, torna-se um propósito de investimento. É considerável apresentar com o nosso parceiro: definir bem esse intuito (qual o tipo de casamento que queremos, qual o preço, etc?). Posteriormente, precisar o quanto tú pode contribuir cada quem a esse objetivo. É essencial nem se esquecer de um detalhe considerável: guardar um capital para começar com alguma coisa, e nem gastar tudo pela festa, ou da lua-de-mel.
5.
Quando queremos ter um filho. É essencial nesta fase repensar nosso gasto desde antes de tê-lo: começar a separar do que planejamos, o dinheiro que teríamos que usar pra fraldas, alimentos, etc. desta maneira, o impacto não será tão potente. No momento que o baixo nazca, ou mesmo antes, é significativo meditar em proporcionar a sua educação através de um seguro ou do fundo de investimento estabelecido pra tal efeito, complementado a começar por então, com um seguro de vida pra salvar os objetivos de nossa família pra médio prazo.
6.
Se sofremos uma mudança em nossa situação de trabalho. Se a empresa em que trabalhamos decide prescindir de nossos serviços, por esse instante é bastante sério construir uma mudança em nosso orçamento e restringir ao mínimo as despesas discricionárias. Infelizmente no México nem é fácil localizar um trabalho aproximado ao que tínhamos, e pode ser que tenhamos que viver mais tempo com a nossa liquidação que o que pensávamos. O episódio de ter constituído – e manteve – um agradável fundo para emergências, é um grande apoio para estes momentos.
Sete.
Quando estamos a aproximar-nos do nosso retiro, é relevante ver as opções que temos, de acordo com as poupanças que temos construído, complementado com o que são capazes de oferecer os sistemas de segurança social (de acordo com a Lei perante a qual temos correto a sair). Além disso, é muito respeitável rever o nosso portfólio de investimento pra assegurar que o perfil de traço do mesmo está de acordo com nossa fase de existência (restringir o traço de nosso portfólio).
Oito.
Em nosso retiro, devemos observar os fundos com os que temos, nossa expectativa de vida (convém ser muito conservador desse significado) e fazer um plano de gastos, que nos permite descrever com recursos suficientes para o resto da nossa existência e de nosso parceiro.
Em encerramento, existem muitas etapas da existência – aprender a vivê-las está em nós.

Há alguns anos ouvi uma conferência ministrada pelo conceituado economista Dr. Isaac Katz, na qual resume os resultados de estudos recentes que ele havia feito sobre a importância da segurança jurídica da posse privada. Argumentava que isto é uma das condições necessárias do desenvolvimento e de uma economia competitiva.
Tenho que confessar que naquele instante nem pensei em toda a tua dimensão o conceito, ainda que os exemplos eram bastante claros. No entanto no decorrer dos anos, tenho em razão de dispõe muita razão: um dos maiores dificuldades que existem em países como o México, e que atentam diretamente contra a competitividade, é precisamente a falta de segurança jurídica a que dia a dia enfrentamos.
Vejamos alguns exemplos:
Um quer colocar um negócio, e, já, fica com “obstáculos” e dificuldades nos trâmites. Contudo tudo bem, eventualmente um termina e recebe iluminação verde pra abrir o teu negócio. De imediato podes-se superar com situações como as seguintes:
1.
Ficam ambulantes na estrada, que cobre nem só a visibilidade do negócio, contudo exercendo concorrência direta. Como eles não pagam os custos fixos, como aluguel, iluminação, etc., podes doar seu artigo a preços significativamente mais baixos. Infelizmente, no brasil, um NÃO podes se defender – não há autoridade que os remova, visto que politicamente nem lhes convém. Entretanto também nem há autoridade que, apesar de que estejam pela rodovia, lhes cobre impostos, pagar um certo do solo, etc.
Dois.
Chega alguma “autoridade” delegacional, a “monitorar” o negócio. Mesmo que tu cumpra com todos os requisitos de Lei, eles pedem uma “cooperação” para que tudo siga em marcha, sem nenhum defeito. No momento em que um deles se nega, há uma operação pra “encerrar” o negócio. Por meio de então, podes-se provar que um está em conformidade com a lei, e de defender-se, para alcançar depois de vários dias a re-abertura do negócio.
Infelizmente, as autoridades delegacionales ficam impunes, portanto a vitória é parcial. Há ocasiões em que, por vingança, a mesma autoridade fecham outra vez o negócio, imediatamente, por outra causa, depois de alguns dias. Por meio de então, pode-se proteger mais uma vez. Contudo, os custos pro negócio, tal os legais (pra defesa) como os que implica ter o recinto fechado, são altíssimos.
3.
Na atualidade no México, já se vê como em novas áreas do país, a criminalidade organizada, ao mais puro tipo da máfia italiana de Chicago nos anos vinte’s, está solicitando uma “cooperação” para que o negócio não lhe aconteça nada. Se alguém se recusa, paga as consequências. Também não há defesa, já que há uma tolerância grande com as autoridades, apesar de a famosa “batalha”.
Por outro lado, há muitos outros exemplos nos quais este tipo de insegurança jurídica nos deixa em um estado de impotência, o que tem um sério impacto em nossas Finanças Pessoais. Vejamos alguns deles:
1.
No momento em que temos um acaso de veículo no qual há um terceiro, que não reconhece a sua responsabilidade, dificilmente poderemos nos proteger de maneira capaz. As autoridades infelizmente não fazem o seu trabalho e o levantamento pela extenso maior parte das vezes, termina sem uma conclusão. Este episódio é infelizmente aproveitado por avaliadores de diferentes companhias seguradoras, como o que postei ontem por esse postagem.
Dois.
No momento em que há um incumprimento do contrato de compra e venda de um imóvel, tendo como exemplo, e a construtora nem cumpre com seus compromissos, algumas vezes ela termina informando: “faça como quiser”. Sabemos que no México, dirimir a diferença perante os tribunais, em muitos casos, nos leva a julgamentos longos e caros, de anos, antes de nos possam resolver. Se a sentença nos é favorável, podes ter uma segunda ou terceira instância. Mesmo no caso de vir a receber, no entanto ainda existem poucas garantias para que, com efeito, nos indemnicen. Conheço casos em que as empresas culpados transferem seus ativos ao longo dos julgamentos, ou têm estruturas corporativas complexas, que lhes permitem sair impune, ainda que perdem (o que é que nem há com que pagar).
Três.
Uma amiga recentemente teve uma experiência terrível: teu filho quebrou o fêmur jogando em Piccolo Mondo, na sua celebração de aniversário. Esse recinto nem conta com paramédicos, nem com pessoal qualificado pra responder acidentes. A resposta a essa empresa foi terrível e, além disso, Elilda, gerente de Piccolo Mondo Interlomas disse-lhe que enviasse uma carta e a notificação médica pra que o seu seguro “, solucionar se é ou não a responsabilidade de Piccolo”. A trataram bastante mal e com muita arrogância, modo “faça como quiser”.
Sendo alguém que conhece bem o mercado de seguros, entendo que o que tu deve fazer a minha amiga é apresentar uma ação contra Piccolo Mondo, já que o único que pode decidir sobre isto a responsabilidade da corporação é um juiz. Por meio de então, quando esta é muito evidente, a seguradora poderá assumir as despesas médicas, sem a inevitabilidade dessa procura, contudo nem cobrirá os custos consequentes (minha amiga precisa deixar de trabalhar seis semanas no mínimo) ou implicações morais (tratamento psicológico da criança), a menos que o juiz o determine. De fato, se abriu um grupo no Facebook para as pessoas que quiser englobar-se contra esta organização, por aqui.
Há muitos mais exemplos de que forma a ausência de segurança jurídica nos afeta financeiramente e trava a competitividade do país.

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Muita gente pensa que, ao evitar investir pela bolsa, ou por ter o seu dinheiro em uma instituição financeira sólida, possui totalmente protegido o seu dinheiro. Isso é um erro grave: qualquer investimento, mesmo a mais segura, envolve vários riscos, alguns mais evidentes do que outros.
Realmente, uma amplo fração do sucesso em nossos investimentos reside em notar os diferentes tipos de risco que existem, com o fim de aprender a administrá-los a nosso favor. Alguns dos mais comuns são:
Risco de crédito
Ao obter um instrumento de dívida (de forma direta ou através de sociedades de investimento), o que fazemos, finalmente, é prestar o nosso dinheiro, por um prazo determinado, o emissor do mesmo. Referido emitente deve ter a técnica de gerar os fluxos necessários pra nos pagar uma taxa de juros justa e, ao fim do período, devolver-nos nosso principal. Isto depende, em primeira instância, de sua experiência financeira.
Tradicionalmente, o papel de dívida emitidos pelo Governo Federal (Cetes, Udibonos, etc.) é o mais seguro. Assim, a taxa de juros que paga é menor e serve como referência para designar a outros instrumentos. Os papéis de maior traço são os que emitem empresas com dificuldades financeiros, e é então que oferecem uma taxa de juros superior.
Felizmente, a legislação mexicana obriga a que todas as emissões (e das sociedades de investimento) são avaliadas por uma autoridade de rating independente, pelo que o investidor podes perceber, em extenso medida, o traço de crédito que está assumindo.

Traço de mercado
Há diferentes tipos de traço de mercado, dependendo do aparelho que comprarmos. Por exemplo, o funcionamento em uma comunidade de investimento pela cobertura cambial, vai depender fundamentalmente do tipo de câmbio do peso em relação ao dólar. Por outro lado, os preços das ações estão sujeitos a flutuações geradas na percepção dos investidores com relação ao seu desempenho futuro.
Ao contrário do que muita gente pensa, os instrumentos de dívida também estão sujeitos a riscos de mercado, isto é, a volatilidade das mudanças nas taxas de juros. Por exemplo, se adquirir um Pagarei a vinte e oito dias, a uma taxa de dez% ao ano, e no dia seguinte, as taxas do mercado sobem quinze% por pressões internas ou externas, nosso pagarei valerá menos. É discursar, a sua validade sim nos pagará a taxa de dez% acordada. Mas, se queremos vendê-lo para outra pessoa, teríamos que fazê-lo a um preço pequeno, para compensar a diferença de taxas. De outro modo, ninguém nos compra o nosso papel, que paga dez%, quando no mercado, conseguem ser obtidos outros instrumentos que pagam 15%.
O traço de mercado podes, por tua vez dividir-se em duas: sistemático e nem sistemático, contudo isso falaremos em um futuro postagem.

O traço inflacionário
Este traço poucas vezes é levado em conta na maioria dos poupadores no México, que investem principalmente em contas-primas ou notas bancárias, que pagam, em geral, taxas de juros pequenos que a inflação. Não se dão conta de que, com isso, seu dinheiro, pouco a pouco, perde poder de compra.
É verdade que a pequeno risco, menor o desempenho, porém o mínimo que um investidor podes aguardar é conservar o poder aquisitivo de seus recursos. Caso contrário, nunca poderá cumprir tuas metas de enorme tempo. Tenha em mente que a tarefa de todo investidor é tentar maximizar seus rendimentos, dado o horizonte de teu investimento e o nível de tolerância ao risco.

O sistema de pensões pela Roménia, as necessidades de cada ano, um adicional de 2 bilhões de lei a ser capaz de pagar a cinco,dois milhões de contribuições pra planos de pensões de só 4,3 milhões de trabalhadores. Hoje, 10 funcionários alegação de 12 anos.
O sistema público poderia ter grandes dificuldades em somente 15 anos, “no tempo Em que as pessoas nascidas no período 1966-1971 – “decre?eii” – eles se aposentar não haverá mais recursos dentro do sistema atual, pra ser qualificado de pagar uma pensão de mais de 15% do último salário”, disse o vice-presidente da Autoridade de Supervisão Financeira (ASF), Íon Giurescu. Isto significa um acrescentamento acentuado de 32%, o número de pensionistas, durante o tempo que os contribuintes da contribuição pro orçamento será cada vez pequeno no plano de fundo da emigração em massa da ativa da força de serviço e um fator de taxa de natalidade muito abaixo do limite de recuperação da população. (as últimas estatísticas mostram Roménia no 203/224 de acordo com o CIA Factbook de 2013)
A pensão média do estado do seguro social foi 845 lei no primeiro trimestre de 2014, com discrepâncias significativas no perfil territorial, o spread entre o valor mínimo e o máximo média superior a 350 lei (678 lei no Giurgiu comparado com 1068 lei em Bucareste).
Nestas condições, uma aposentadoria confortável está se tornando um destino cada vez mais de difícil acesso pra muitas pessoas.
Que seriam as soluções que tu podes desfrutar a aposentadoria em paz ?
Uma solução é o investimento em fundos de investimento. E investir em fundos de investimento expostos em várias classes de ativos é a medida das mais perfeitas mitigação de riscos e usufruir as oportunidades do mercado. Este tipo de investimento, a despeito de possa parecer mais arriscado comparado aos depósitos bancários poderá ser um incrível método pra acumular um montante significativo, no momento da aposentadoria. Entretanto, só por meio de o investimento de tempo regulares, tu podes conseguir isto . Investindo mensalmente uma certa quantia de dinheiro é o melhor método pro investimento de comprido tempo, sem perceber a pressão financeira.
Existem algumas alternativas para a reforma, por exemplo seguro de vida e previdência privada, qualquer um com suas vantagens e desvantagens. Seguros de existência têm uma componente de seguro em caso de morte, o que aumenta os custos desses produtos, e, no caso da previdência privada, tu não poderá retirar o dinheiro antes de atingir o limite de aposentadoria, contudo tem os cortes de impostos.
Um profissional consultor pode ajudá-lo a construir um plano adequado pra sua aposentadoria.
A utilização de fundos de investimento, a fim de poupar para a reforma
Mesmo se houver um enorme número de fundos de investimento adequado para guardar, o conceito é o mesmo pra todos. O fato de que tú investir em um ou mais fundos, o intuito é o mesmo, o acrescentamento no tempo de o valor de sua poupança.
Dessa forma, o seu dinheiro vai ser usado pra investimento em uma diversidade de bens, por exemplo: acções, obrigações, instrumentos do mercado monetário, instrumentos derivados e os gestores de fundos vai reinvestir os rendimentos de juros e dividendos.
Outros aspectos dignos de consideração seria a de que os fundos de investimento tú podes arredar o dinheiro a cada instante sem ser penalizado com a perda de interesse, investindo em fundos proporciona uma dispersão de investimento difícil de adquirir, em nível individual, e tu dispõe acesso a profissionais especialistas que, além de novas coisas, responsável e controle dos riscos associados a investimentos.
A idade em que uma cruz e neste momento ela é importante. Aqueles que estão já no primeiro rubor da juventude pode alterar para os fundos que investem principalmente em acções, estes fundos são mais arriscado, mas são mais rentável a enorme período e o amplo número de anos restantes até a pensão garante imunidade às flutuações de preços. Encontre o gráfico do Fundo Certinvest Prudente.
Para aqueles que estão pela segunda juventude é recomendável investir em fundos que têm como objetivo principal investir em obrigações, depósitos, títulos do tesouro, o mais confiável, os instrumentos que têm uma baixa volatilidade. Esta classe possui várias responsabilidades e, pra eles, a segurança está em primeiro espaço. Olhe o gráfico do Fundo Certinvest Tezaur.
O fundo Certinvest Tezaur, 15 anos

A extremidade aberta fundo de investimento dicionário de Sinônimos tenha sido autorizada pela CNVM Decisão 626 datada de 05.02.2004 e está registrado no NSC Registrar sob o número CSC06FDIR/ 400013 datada de 05.02.2004. O depositário do fundo é o BCR. Os rendimentos apresentados são consistentes com as certificações diário de depositário do fundo. O funcionamento passado não é garantia de resultados futuros. Leia o problema prospecto antes de investir por este fundo. Prospecto do fundo está disponível em www.certinvest.ro”
* O gráfico representa o valor do activo líquido certificados pelo depositário do fundo, desde a data de emissão até 29 de agosto de 2014
O fundo Certinvest Prudente, vinte anos

A extremidade aberta fundo de investimento Prudente foi autorizada pelo CNVM Decisão 624 datada de 05.02.2004 e está registrado no NSC Registrar perante o número CSC06FDIR/ 400012 datada de 05.02.2004. O fundo depositário é BRD-GSG. Os rendimentos apresentados são consistentes com as certificações diário de depositário do fundo. O funcionamento passado nem é garantia de resultados futuros. Leia o dificuldade prospecto antes de investir por este fundo. Prospecto do fundo está disponível em www.certinvest.ro”
* O gráfico representa o valor do activo líquido certificados pelo depositário do fundo, desde a data de emissão até vinte e nove de agosto de 2014
O que vai acontecer no momento em que tu se aposentar?
Quando tú ligar 65, se tú é um homem ou sessenta anos, se você é uma mulher, você vai ser capaz de se aposentar e, em seguida, tú podes escolher se tu quer pra tú comprar todo o montante resultantes dos seus investimentos ou tú poderá optar por ganhar mensalmente uma certa quantia a qual irá retratar um essencial adicional de pensões.

Deixar que o dinheiro controla a tua vida é o caminho mais seguro para uma existência cheia de preocupações constantes. Várias pessoas vivem portanto, com um imenso estresse financeiro que nunca desaparece. Pra elas, o dinheiro é sinônimo de problemas: têm dívidas, sentem que lhes não alcança e não sabem como farão para atravessar pro próximo mês.
Isso é precisamente o que acontece no momento em que nem dispõe suas finanças pessoais em ordem: deixar que o dinheiro controlar a sua vida por completo.
A única forma de remover o estresse financeiro de nossa existência e definir nossos problemas financeiros é tomar de nós o controle de nosso próprio dinheiro – em vez de que ele nos controle.
O primeiro passo para evitar que o dinheiro controlar tua existência, é saber que tu quer alcançar com teu dinheiro. Em novas palavras, ter extremamente claras as tuas metas financeiras.
Tendo como exemplo: tu Quer sair das dívidas? Então faça um plano pra alcançá-lo. Quer ter uma aposentadoria confortável no futuro? Então mãos à obra, pelo motivo de a cada segundo conta. Desejaria de começar a criar um baixo fundo de emergência? Comece já.
No momento em que as pessoas ouvem ou lêem a palavra orçamento correm em seguida. Pensam que é alguma coisa restritivo, como uma dieta. Contudo, na realidade, um orçamento é simplesmente um plano pra direcionar o nosso dinheiro pra onde queremos que vá.
Em algumas expressões, como escrevi neste post, atribuir a cada peso que ganhamos um trabalho.
Antes tú precisa entender um tanto de si mesmo(a). Saber o que é que você gosta, como tu gasta o teu dinheiro na atualidade. Porque um agradável orçamento é aquele que leva em conta não só as tuas necessidades, entretanto também os seus gostos. Visto que são importantes pra você e não se trata de removê-los.
Então eu sugiro que durante um mês anote todos os gastos que tú faz. Podes ser em um caderno, ou em qualquer aplicativo no seu celular. Anote todos: grandes e pequenos, o pagamento de aluguel ou hipoteca, até a dica que tu deu para o cara que te ajudou com as sacolas no supermercado.
Para muitas pessoas isso é um colaborador, uma vez que lhes permite distinguir alguns itens em que gastamos extremamente, entretanto que pode ser que não sejam tão importantes pra nós.
Com isso você poderá começar a montar teu plano de curso de caixa, em outras palavras: teu orçamento. Já que, se nem quiser que o dinheiro controla a sua existência, tu tens que estudar a controlá-lo. Um prazeroso orçamento, mais do que fixar restrições a respeito de tu ou parar, permite que tu tome decisões conscientes a respeito a tua despesa.
Como por exemplo: o melhor foi um amplo concerto e agotaste teu orçamento pra diversões. Mas acabam de estrear um video que nem se quer perder.O que montar? Você poderá enxergar em seu orçamento. O bem há outra classe de despesa em que tú sobrado e você poderá construir exame dela para comparecer enxergar esse vídeo. É dizer: um orçamento lhe dá opções, uma vez que permite que você tome decisões conscientes sobre o assunto o teu dinheiro. Socorro a estar no controle, ao invés de o dinheiro controla a tua existência.