Várias vezes tenho escrito, que a condição necessária para desenvolver um patrimônio (e no teu caso, deixar para trás as nossas dívidas) é gastar menos do que ganhamos.
Quer dizer, ter um excedente, algo que possamos destinar à poupança. Isso significa, em expressões pouco mais técnicas, no entanto também compreensíveis, ter um curso de caixa positivo.
O corrente de caixa poderá ser definida da seguinte forma:
Em novas expressões: Fluidez de caixa = O que ganhamos – o que gastamos
Se o nosso fluxo de caixa é positivo, nós temos a know-how de poupança, que é o ponto de partida pra construir um patrimônio. Pelo contrário, se for negativo, significa que a cada mês estamos gastando mais do que ganhamos, quer dizer, nós estamos endeudando mais. Em vez de fazer, estamos destruindo. Muita gente, inclusive, tem patrimônio negativo por esta razão.
Embora isso pareça descomplicado, muita gente não compreende esse conceito na sua totalidade. Quando se gasta melhor do que ganha, acaba por usar, ao término de um mês, dinheiro que nem tem. Recorre aos cartões de crédito ou requisitar a um conhecido ou familiar. É claro que alguém com este padrão, vai encerrar mal. Simplesmente nem há maneira de sair tarde então. A aritmética não dá.
Porém, às vezes nem é fácil perceber. Isto deriva de várias razões, entre elas o uso inadequado de alguns instrumentos (como os cartões de crédito), que conseguem distorcer um pouco a percepção de nossa realidade. Em vista disso, a gente cai na Armadilha de Cartões de Crédito.
Assim sendo é significativo nem só criar um orçamento, porém também conservar um registro detalhado de nossas receitas e nossos gastos. Uma excelente alternativa pra fazê-lo é através do software e a metodologia You Need a Budget.com (YNAB) – essa é a que eu utilizo, no entanto existem algumas.
Como popularmente se diz, “nós temos duas sopas”: ou aumentamos as receitas, ou reduzimos nossos custos.
A maioria dos colunistas de Finanças Pessoais se vão pelo lado da despesa, pelo motivo de é, de alguma forma, a solução mais óbvia em países desenvolvidos. De cada forma, é a primeira coisa que um tem que tentar elaborar. No entanto, em países da América Latina, onde um vive algumas vezes com o mínimo, talvez isto não seja uma opção. Então, há que buscar alternativas para o lado do depósito.
Há várias coisas que se poderá fazer por esse sentido, como por exemplo: vender um melhor, buscar um segundo emprego, desenvolver um negócio paralelo, entre muitas outras. Brevemente falaremos mais a respeito de.

Para muitas pessoas, é difícil surgir com dinheiro no fim do mês, e conservar suas Finanças Pessoais em ordem. Isto é especificamente verdade em nosso país: ainda que nos vimos envolvidos em múltiplas crises extremamente graves, a verdade é que não aprendemos a gastar com inteligência, a economizar para conquistar nossos objetivos, ou simplesmente, cuidar do insuficiente ou bastante a renda familiar que percebemos.
Alguns analistas mencionam que o México nem possui uma cultura de poupança ou de prevenção. Outros comentam que nos foi passado a fama consumista do povo norte-americano, que fez com que muitos de nós estamos habituados a comprar e desfrutar hoje, para pagar amanhã, e nem economizar nunca.
Cada que seja a causa, neste espaço, nos esforçamos para ressaltar a importância da sensacional administração financeira pessoal, e temos recomendado aos nossos leitores, entre algumas coisas, que atenda aos interesses de uma porção de tua renda, por baixo que possa ser, que invistam com uma estratégia bem definida, com base em suas metas e objetivos, que compram de forma inteligente, que não se endeuden, entre muitos outros conselhos e reflexões.
Isso nós temos feito com a convicção de apoiar a algumas pessoas que têm de fato um interesse por transportar uma vida financeira mais saudável e entender mais sobre a interessante gestão do teu dinheiro, que não é melhor do que um meio que nos auxílio a alcançar o que de fato queremos da existência. Tentamos a todo o momento botar o nosso grão de areia para oferecer uma cultura financeira mais ampla. Felizmente, a cada dia são os leitores que tomam em conta, e que se esforçam pra alcançá-lo.
É precisamente a estas pessoas, que conseguiram ter a disciplina de economia familiar, a quem dedicamos os seguintes conselhos que lhes permitirão ter mais dinheiro no fim do mês. Note que obediência é a palavra-chave: não são as fatos pra todos, no entanto para aqueles que de fato têm e sabem lidar com o teu dinheiro (ao invés que o dinheiro os controle).
Um.
Investir os recursos que devemos conservar líquidos. É incrível a quantidade de gente que lida com valores muito altos em contas de poupança ou de cheques, as quais não pagam juros (ou pagam uma taxa muito pequena). Esse dinheiro não está seguro, nem sequer mesmo, contra a perda de poder de compra (a inflação). Esses recursos poderiam ser investidos a taxas de mercado e preservar-se líquidos, se canalizaran a mesa de dinheiro de curto tempo ou de sociedades de investimento em insturmentos de dívida de alta liquidez e segurança. CI Banco, por exemplo, está pagando taxas de juros para prazos de um dia a começar por $ dez.000 pesos, muito próximo a Cetes. e sem nenhuma comissão, o que é suficiente atraente.
Dois.
Pagar depois. As pessoas que mantêm um rigoroso controle de tuas receitas e despesas, e exercem uma verdadeira obediência financeira, podem facilmente utilizar seus cartões de crédito como meio de financiamento gratuito para seus consumos diários, no tempo em que mantêm o teu salário investido em instrumentos como os descritos no pingo anterior. O segredo consiste em pagar o saldo total do cartão ao corte antes da data limite de pagamento, para que o crédito não gere interesses.
3.
Obter por volume. Se temos uma legal administração de nossos recursos, podemos aproveitar os descontos por criar compras de volume em artigos que nem são perecíveis. Tais como: detergentes, sabões, papel de banho, óleos, pasta de dentes, etc., A economia anual poderá ser extremamente significativo. O segredo é planejar com tempo, estas compras para nem gerar um desequilíbrio em nosso orçamento.
Quatro.
Usufruir ofertas de temporada. Como todos sabemos, existem ofertas de temporada, que muitas vezes se traduzem em descontos bastante significativos. Nós Podemos planejar a compra de roupas, tendo como exemplo, ou de bens de consumo durável, em tempos de grandes liquidações. Pra conseguir isto com sucesso é necessário ter muita disciplina em nosso planejamento financeiro, para não acabar gastando mais e gerando um problema financeiro, com o pretexto de “não deixar ir” essas ofertas.
Cinco.
Usufruir os programas de pontos. Muitos cartões de crédito oferecem vários programas de pontos que são capazes de ser trocados por dinheiro ou por recompensas. Alguns deles são capazes de ser complementados com a quilometragem ou milhagem acreditado em diferentes programas de passageiro frequente. Usados adequadamente, podem significar um bom reconhecimento ao ótimo manejo de nosso dinheiro e a nossa fidelidade como clientes, mas ao mesmo tempo, uma economia considerável em nossas férias familiares.
Seis.
Reduzir os impostos. Muitas pessoas são capazes de diferir o pagamento de impostos através de investimento em planos de poupança pra aposentadoria (Art. 176 da LISR) ou contas especiais de poupança (Art. 218 da LISR). Usando esses mecanismos, além da dedução ou divergência de impostos (de acordo com o plano escolhido), são obtidos juros sobre isso os rendimentos brutos, os quais podem ser dispensados. Isso várias vezes resulta em um regresso fiscal legal, após a elaboração de nossa declaração anual, de no momento em que se fazer doações periódicas, estamos traçando nosso caminho pra realização de nossa meta financeira mais primordial: possuir uma aposentadoria digna.
7.
Assumir mais riscos. Quando temos um fundo adequado pra emergências, podemos nos oferecer o luxo de tomar mais risco, quer dizer, aumentar as franquias de nossas diferentes apólices de seguros para obter descontos em bônus que são capazes de ser extremamente interessantes. Vale ressaltar que isto necessita ser feito após um minucioso estudo de nossa verdadeira inteligência de retenção e que devem cuidar dos textos desses contratos para ter certeza de contar com a cobertura que realmente precisamos.
Há, naturalmente, algumas algumas estratégias que nos ajudam a ter mais dinheiro no encerramento do mês, das quais falaremos em próximas oportunidades.
Você dispõe algum outro conselho para ter mais dinheiro no fim do mês?

No meu postagem anterior, prometi a mim mesma que explicar por que os instrumentos de dívida pagam taxas pequenos ou semelhantes às da inflação, e por que a Bolsa eventualmente, ainda que tenha volatilidade, sempre fornece rendimentos superiores à dívida e da inflação, no extenso tempo.
Alguém que possui dinheiro pra investir, basicamente, você dispõe duas opções: colocar um negócio, ou botar teu dinheiro no banco (investir em instrumentos de dívida).
Antes que tu vá e responda-se que há algumas mais alternativas (investir em bens de raiz, especular com derivativos, comprar ouro, forex, etc) no final isso pode-se ver de perto como um negócio: eu quero obter um bem barato e vendê-lo a um preço mais grande, pra possuir uma utilidade. O que há cada comércio.
Neste momento, deixar o dinheiro no banco (ou investir em instrumentos de dívida) implica que nós não temos que montar nada mais do que deixar lá o nosso dinheiro: sozinho vai pagar os juros.
Em contrapartida, pôr um negócio exige dedicação e, além disso, os rendimentos não são dadas sozinhos: há que encontrar os clientes, controlar nossos custos fixos, gerir bem os inventários, etc.
Além disso, um negócio poderá fracassar, ainda no momento em que se tenha preparado o melhor possível (tenha feito tua tarefa, que é um plano de negócios detalhado).
Por este significado, a única razão na qual se decide colocar um negócio, é em razão de poderá nos deixar um ganho extremamente maior do que o que nos daria o banco (ou o investimento em instrumentos de dívida).
Se nem tivesse esse “incentivo” de um ganho bastante superior (potencialmente) então nós não tomaríamos o incômodo: deixaria o nosso dinheiro no banco.
Isto é expressivo em razão de nem entendo se já ouviram conversar ou lido, às vezes, nos jornais, que o banco central de um país decidiu restringir as taxas de juros pra incentivar o desenvolvimento econômico. Pode-se sonhar o que isso dispõe a visualizar? Porque extremamente, por causa de se as taxas de juros nem são atraentes, então a gente necessita buscar investir teu dinheiro em qualquer coisa diferenciado, que realmente o seja: em negócios, que é precisamente o que faz amadurecer a economia.
Dispõe várias opções para investir em um negócio: o que podemos botar, começando do zero, ou podemos investir em algo já estabelecido. A título de exemplo: o bem, o lojista precisa de dinheiro para obter o terreno ao lado e produzir a maior a sua loja. Se nós o temos, uma possibilidade é marcar parcerias com ele.
Porém também podemos ser parceiros de grandes empresas: Walmart, Telmex, Telcel, Cemex, entre novas. Como? Pois que comprando suas ações (através da Bolsa de Valores).
No momento em que investimos pela Bolsa, estamos investindo em negócios que já existem. E como acionistas, o mínimo que esperamos é que o negócio neste momento é, em quota, o nosso, pra que cresça e gere lucros bastante mais elevados do que o investimento em instrumentos de dívida.
E normalmente é desta forma: embora o mercado é volátil (poderá ter ganhos importantes, mas também, às vezes, baixas extremamente relevantes), no grande tempo, o potencial de obter é muito maior do que em instrumentos de dívida. Basta visualizar os rendimentos que deu a Bolsa no decorrer dos últimos dez, quinze ou 20 anos: podes-se perceber que, apesar da volatilidade, o efeito foi extraordinário, e bastante mais do que o investimento em instrumentos de dívida.
Portanto, se alguém quiser acompanhar um crescimento de teu dinheiro no extenso período, além da inflação, a pessoa precisa investir alguma coisa em Bolsa. Caso contrário, nem podemos aspirar a ganhar bastante mais do que a inflação.
Quanto de nosso portfólio temos que investir pela Bolsa? Depende de nossa tolerância ao traço (também trata-se de poder dormir as noites se, de repente, os mercados caem).
Claro, a longo tempo NÃO significa necessariamente estar investido a toda a hora, ou nas mesmas empresas. Grande prazo é um horizonte de investimento. O alcaro já que é tão desagradável percorrer especulando sem saber (pra mim, isto é como apostar) manter o investimento por muitos anos em uma corporação ruim ou que, ao invés crescer, está perdendo participação de mercado. Ou está extremamente endividada.
Voltando ao modelo do lojista, se nos queremos unir com ele, ao menos teria que ter uma ideia de que forma está o negócio e como se espera que eles aumentem seus ganhos como repercussão da expansão do terreno ao lado. Pra saber se é ou não um bom negócio.
O mesmo devemos montar no momento em que compramos uma ação: escolher bem em que empresas vamos investir, que é o que esperamos dessas empresas e oferecer seguimento aos seus relatórios de resultados pra visualizar se o negócio vai como nós pensávamos. Em caso contrário, se vemos que a organização nem é qualificado de gerar os resultados esperados, visto que então buscar outro local onde botar o nosso dinheiro (vendemos essa ação para investir em outro que tenha um bem potencial).
Se não queremos criar isto, ou não temos tempo, dado que podemos investir através de sociedades de investimento, onde uma equipe de “especialistas” selecione as ações pra nós. A verdade é que há muito poucos fundos de investimento que, de maneira resistente, com resultados melhores do que o índice da bolsa (pode ser que um ano ou dois sim, contudo não a todo o momento).
Então, se nem sabemos extremamente a isto, e realmente nem temos tempo ou nem nos interessa caminhar comparando e analisando qual de todos os fundos que existem podes ser “o prazeroso”, o melhor que podemos montar é investir em um fundo indexado ao IPC – é narrar que replique os rendimentos que gera o índice. Ou em aparelho denominado NAFTRAC02, que é ETF (fundo porém que está a ser negociado como se fosse uma ação) – que é a melhor opção para esse tipo de investimento.
Nesta ocasião, vamos aos instrumentos de dívida. Ao desfecho, como já mencionado, estes são como as “notas promissórias” bancários: nós lhe emprestamos dinheiro ao governo, ao banco ou a uma empresa, que nos firma um “pagarei”: nos prometem devolver esse dinheiro e pagar juros sobre isto o empréstimo.
Vamos tratar de negócios: é claro que quem pede o que procura pagar a pequeno taxa de juros possível, ou melhor, financiar o mais barato possível. As grandes empresas, por isso, não vão com o banco, porém que vão diretamente para os mercados financeiros, pra obter a pessoas ou a investidores que tenham dinheiro para prestar-lhes.
Quando os governos saem aos mercados financeiros para comprar dinheiro emprestado (emitem obrigações), normalmente por razões de transparência, o faz a começar por leilões.
Nelas, o Governo quanto dinheiro precisa e em que prazos. Cada participante coloca a tua oferta, a título de exemplo: “eu te dou cem milhões a uma taxa de juros de quatro%”, por exemplo. Outro dirá: “eu te dou 200 milhões, a uma taxa de três.9%”.
O Governo vê todas as ofertas e começa a atribuir em ordem. Quer dizer, primeiro pegue o dinheiro que lhe prestam-se a taxa de juros mais baixa. Se esse dinheiro é suficiente (o que necessita do Governo), porque aí se acaba, entretanto normalmente nem é assim sendo. Então vem que é a seguinte pequeno taxa de juros, e também tomam essa oferta e sendo assim por diante, até comprar todo o dinheiro que precisa.
Poucos sabem que a taxa de juros de Cetes que se publica, é a taxa de “valor” que pagou o Governo por ser financiadas. Se têm visto em jornais ou pela página de internet do Banco central do México, também é publicada a taxa mínima e a taxa máxima que o Governo concordou em pagar essa leilão.
Neste momento, dentro de um país, o Governo é considerado o investimento mais seguro, já que é mais fácil do que quebrar uma empresa ou que já nem possa pagar as tuas dívidas, o que o Governo.
Então, em geral, para que uma empresa possa botar dívida no mercado, precisa pagar uma taxa de juros superior do que a taxa de Cetes. Sendo assim mesmo se diz que a taxa de Cetes é uma taxa “de referência”.
No momento em que uma empresa quer botar a dívida, vai com uma casa de bolsa pra que lhe ajude a criar a oferta ao mercado. Aí nem se faz um leilão, no entanto simplesmente se oferecem bônus, que pagam uma taxa de juros predeterminada, e esperam que haja o interesse bastante para obter todo o dinheiro que sua organização precisa para financiar-se.
As casas de saco sabem, visto que é informação pública, quanto dinheiro se ofereceu durante o leilão de Cetes e que as taxas de juros pediram os que participaram da mesma. Com apoio nesta referência, como está o mercado de dinheiro no instante e pela solidez da empresa (a tua qualificação, que reflete o quão sólida é para pagar sua dívida), são capazes de determinar a que taxa de juros necessita sair essa oferta, para gerar interesse suficiente.
Como já discutimos, se as taxas de juros fossem bastante atraentes (suficiente acima da inflação), poucas pessoas se tomariam a dificuldade de investir em um negócio, arriscar-se a nem funcionar, e tomar todas as dores que implica arrancá-lo, competir e fazê-lo amadurecer.
Deste jeito, os instrumentos de dívida costumam pagar taxas de juros semelhantes aos da inflação. Algumas vezes, até mesmo inferiores, pela razão que comentei em meu postagem anterior: por vezes, as empresas têm excedentes de tesouraria, isso é, dinheiro que irá utilizar no curto tempo, contudo que pode ser investido de forma segura. Os Cetes a vinte e oito ou a noventa e um dias, tais como, são instrumentos de investimento ideais pra essa finalidade.
Se há algumas empresas que precisam investir estes excedentes, ou melhor, há muita oferta, como é o dinheiro, a curto período, as empresas não buscam obter um grande ganho. Simplesmente nem manter este dinheiro na conta corrente, inativo: por menos que gere qualquer coisa. Dessa forma, diversas vezes estão dispostas a entrar a despeito de a taxa de interesse que venham a receber é ainda inferior à inflação.
Como em cada outro mercado, os preços (taxas de juros) são fixadas de acordo com as leis de oferta e busca. Vamos conversar de negócios, então.

À semelhança do que acontece em nossas finanças pessoais, muita gente nem entende como ou para onde vai o dinheiro do seu negócio.
Isto, infelizmente, acontece com muita frequência. Há três razões principais por que isso acontece, e que, além disso, são a circunstância de mais da metade dos negócios nem sobrevivem após os dois primeiros anos:
Nos seguintes posts falarei mais a fundo cada uma destas razões, e de que podemos desenvolver sobre.
No tempo em que isso, vejamos o caso de (A), leitora que me inspirou a desenvolver essa série de posts ao deixar-me o seguinte comentário no meu artigo sobre isso Como Sair das Dívidas?:
(A), muito obrigado pelo comentário.
Nem imagino se tú está fazendo demonstrações financeiras para o seu negócio, isso é muito significativo em razão de é justamente o que lhe permitiria saber com compreensão onde vai o dinheiro do teu negócio, e possuir uma idéia do que precisaria fazer pra aprimorar seus ganhos. O que tú me diz, me “soa” que o teu negócio está apenas gerando o dinheiro bastante pra pagar as despesas que gera, todavia nem se está deixando uma utilidade. Ou, talvez sua margem seja quase zero.
Isso te coloca em uma situação perigosa, visto que pode conceder-se o caso de que algum dia bandagens menos e, posteriormente, seus rendimentos nem te alcancem pra pagar tuas despesas (dívidas).
Minha recomendação: faça os seus estados financeiros. Há dois que são bastante básicos, e também é fácil elaborarlos:
Ora, o princípio da utilidade de um negócio não deve cuidar para tu, todavia pra gerar o negócio crescer. Algumas vezes, os empreendedores esquecem isto e pensam que elas vão utilitários, desde o início, e viverá essas facilidades, todavia pela maioria dos casos, isto não é verdade.
Observar: um negócio é como uma planta: precisa desenvolver-se antes de poder oferecer os seus frutos. E para essa finalidade é preciso paciência, porém também cuidados constantes. No início, há que irrigar, botar adubo, isto é: nos gera despesas por vários meses antes de que tenha o tamanho bastante pra poder render frutos.
De facto, o excelente que tú pode construir é nem viver de lucros do negócio, no entanto asignarte um salário como se fosse empregada. Para manter o dinheiro de seu negócio, e os ganhos que gera, de maneira separada e que o seu dinheiro pessoal.
Quão vasto esse salário? Depende da situação que você possa indicar em seus estados financeiros. Em princípio, tem que ser bastante menos pra que saias com as despesas e, além disso, você podes conseguir que as dívidas do negócio diminuam. À quantidade que teu negócio cresce, tú também poderá aumentá-la. Não obstante, como cada outra despesa, será a todo o momento significativo mantê-lo sob controle.

Este é um post de convidados Planeja Seus Finanzas.com – Se tu está interessado em participar e publicar um artigo (ou mais) nesta página, consulte os requisitos nesse lugar.
Esse artigo foi escrito por Mario Fornieles, que recentemente concluiu o teu Mestrado em Empreendedorismo e Inovação. Em seu tempo livre, fora do serviço, aparecia se dedicar a escrever. Tu podes entrar em contato Mario através de teu e-mail [email protected] ou no Twitter @mfornieles
As pessoas normalmente pensamos, ou seja, quase todas as pessoas que viveram nós pensamos, do que ter mais dinheiro resolveria nossos problemas, do que ter mais dinheiro nos faria pouco mais felizes ou ter tudo aquilo que sonhávamos nos tornaria pessoas mais realizadas. Há uma quota de verdade em tudo isso, ainda que, como habitualmente acontece, existem as duas faces da mesma moeda.
Na minha humilde experiência, o dinheiro é uma das principais referências de infelicidade, se nem se usa pra obter a independência ou o tempo. No momento em que usado para obter felicidade, prestígio ou instrumentos que não são necessários, se acaba com uma estranha sensação de falta de controle e de vago interior, porém é verdade que, primeiramente, a compra oferece uma legal dose de satisfação pessoal.
Pra conseguir esse dinheiro, normalmente é necessário incorrer em grandes doses de tempo e, às vezes, é necessário produzir sacrifícios e desistir de momentos, situações, pessoas e preocupações que, provavelmente, nem voltarão mais à frente. No outro extremo da escala encontram-se aqueles que renunciaram a todo tipo de bens materiais e que dizem não ter de do dinheiro para viver.
Então, onde eu quero entrar? Como Se poderá viver sem dinheiro? Eu Renuncio a fazê-lo? Eu Me retiro para o Tibete para a vida contemplativa? A resposta, no meu caso característico, é um retumbante não. Porém cuidado com aquilo que você quiser. Tome cuidado ao se deixar levar na idéia de que ter mais que te levará à um futuro melhor. O segredo claramente está em valorizar o que já possui, neste momento e tirar o máximo partido possível. E refinamento se pouco mais, o segredo está em alinhar sua forma de gastar teu dinheiro com seus valores e com o que realmente é essencial para tú.
Para surgir a este ponto, tú possui várias maneiras de o desenvolver: crie um orçamento, botar limites pra alguns tipos de despesa determinado, tenta não gastar nada em coisas que não lhe trazem nenhum benefício… Tente. A recompensa é bem que a maior riqueza do mundo, e está aí, ao virar da esquina. Certeza que realmente compensa.

Nesta hora falaremos de duas personalidades financeiras bastante comuns: o consumista, e o ordenado.
O consumista é alguém desordenada na sua gestão financeira. São pessoas que dispõe como valor fundamental viver o instante e se divertir sem refletir no que virá depois. São aventureiros, tomadores de riscos na sua existência (apesar de que, ironicamente, costumam escapar pra os riscos financeiros, todavia, talvez, o de botar um negócio). São pessoas cuja despesa está focado em coisas para si mesmos (imagem pessoal) e pra tua diversão. Costumam ser amigueros e aprensentar que nem há limites em muitas de tuas ações.
O consumista vive sem se preocupar extremamente com o dinheiro e seu futuro: costumam gastar de mais, em algumas ocasiões. Muitos deles vivem com dificuldades financeiros estruturais: com seus cartões de crédito com limite e sem um peso economizado. É narrar: gastam mais do que ganham e acabam com tuas receitas antes do que imaginam.
Pro consumista nem faz sentido combinar um plano de poupança automática. Se a corporação onde trabalham estão equipados com uma caixa de poupança, que dá certo através de um sistema de desconto em folha de pagamento, o primeiro é sublime. Caso contrário, conheço pelo menos duas possibilidades que lhe permitem fazê-lo:
Para o consumidor também é significativo conseguir uma poupança para a aposentadoria, e desfrutar os benefícios fiscais existentes. Na atualidade já é uma opção no mercado pra isso, também de forma automática, a cargo do cartão de crédito ou conta corrente): Allianz México oferece Optimaxx Plus, que é um Plano Pessoal de Remoção sujeito ao Art 176 da Lei do Imposto A respeito a Renda, cujo prémio mensal podes ser carregada para qualquer uma destas maneiras de pagamento. Eles também têm planos sujeitos ao Art. 218 ou ao 109 da mesma lei, que nos permitem complementar a nossa economia, com benefícios fiscais.
O ordenado
O ordenado tende a gastar cuidadosamente seus recursos. Adora economizar, planejar para o futuro e gastar de forma planejada. São os típicos que sempre anotam tudo o que gastam, aprecia transportar um orçamento, e estabelece metas a acompanhar.
São pessoas que gastam insuficiente em si mesmas: preferem guardá-lo pra um dia chuvoso. O ordenado se divertindo, contudo à tua forma: costuma ter uma atividade ou hobby fixo. Nem procure coisas novas. Em matéria de investimentos, costuma ser também muito conservador: o ordenado não adora arriscar o teu dinheiro, a final de obter mais para o futuro.
Para o ordenado, funciona estabelecer orçamentos e metas financeiras, e economizar pra elas. Porém, tú necessita tentar montar planos mais flexíveis, que, além de satisfazer seus objetivos de médio e enorme tempo, também lhe ofereça satisfactores de mais curto prazo, pra que possa desfrutar da vida de maneira excelente.
Por outro lado, em seus investimentos a longo período (mais de 10 – 15 anos) o ordenado necessita acreditar incluir um percentual, ainda que seja menor (ao menos, 10%) pela Bolsa de valores. Isso nem irá adicionar uma volatilidade considerável ao teu portfólio, no entanto, sim, lhe permitirá comprar rendimentos potenciais extremamente melhores no horizonte.
Amanhã falaremos de algumas duas personalidades financeiras comuns: o ilusionista e o covarde. No tempo em que isso, tú, com qual tu se identifica? Te convido a tú pra compartilhar abaixo.
[hr]
A série completa de Qual é a sua Personalidade Financeira?
Parcela 1 – Introdução
Divisão 2 – O Consumista e o Ordenado
Cota 3 – O Ilusionista e o Covarde
[hr]

Há alguns dias atrás eu fiquei realmente atônito, quando li um muito desolado artigo em outro Website de Finanças Pessoais. O bem-aventurado escrito comenta sobre investimentos, mas com um tratamento extremamente supérfluo e com recomendações realmente irresponsáveis. Me preocupa extremamente visualizar esse tipo de publicações, por causa de podem fraudar muitas pessoas.
Infelizmente, é muito comum localizar este tipo de sugestões, tanto pela mídia impressa como pela rede. Finanças Pessoais é um conceito cada vez mais popular, e isto sempre gera pessoas despreparadas, que publicam uma diversidade de artigos escritos à maneira de “dez fatos para esconder essas llantitas”, que vêm em outras revistas de beleza.
Omito o nome desta página, do postagem e de seu autor, já que nem é a minha vontade manchar a ninguém. Mas, eu sinto a obrigação de falar a respeito de alguns conceitos que aí se processam, pra colocá-los em visão e que meus leitores que encontrem outra opinião.
Uma vez que bem, o autor fala de teu fundo pra emergências, o qual atualmente tem um fundo de líquido que lhe dá um 2.8% de rendimento, o qual está abaixo da inflação. Desta maneira, vai modificar a sua estratégia pra investir o teu dinheiro pra emergências, da seguinte forma:
De imediato, caro leitor, eu o convido a refletir. O que é o fundo de emergência? Porque, até onde eu sabia, é para emergências. É um dinheiro que tú poderá precisar a cada instante, que deve ter alguma liquidez, e que necessita ser investido em instrumentos insuficiente voláteis, que proporcionam um desempenho permanente e, desde então, nem perca seu poder de compra com o tempo.
Algumas vezes tenho enfatizado que a maneira como se necessita investir seu dinheiro, dependendo de quais são os nossos objetivos de investimento (o que nos permite saber qual é o horizonte da mesma) e a nossa tolerância ao risco. Se esse portfólio de investimento fora pra um propósito de médio – comprido tempo, um portfólio formado assim sendo poderia ser totalmente adequado. Mas me parece completamente descabido e fora de território, investir por isso o dinheiro que você poderá ter necessidade de a cada momento.
Simplesmente sonhe: o que teria acontecido se o ano passado, esta pessoa precisaria de seu dinheiro, pode ser que visto que perdeu a sua fonte de renda? A Bolsa, no ano passado, perdeu em muitas semanas a 50% do teu valor (o que não preocupa o investidor de comprido tempo e que dispõe uma legal estratégia). Por outro lado, diante da volatilidade das taxas de juros, os fundos de dívida de médio e grande período tiveram problemas importantes (por exemplo, as Afores, que investem nestes instrumentos – embora também não tem que ter preocupado a ninguém em razão de o horizonte de investimento das Afores é a alongado tempo).
Então, se esta pessoa tivesse precisou o dinheiro correto nesse instante, teria se encontrado com o fundo para emergências, desse instante, valeria menos 20%, o que poderá significar extremamente dinheiro. Teria que vender no pior momento, tomando perdas significativas. Se estaria, então, o traço que o fundo, nesse fundamento, não for o bastante.
Em vista disso, repito, me parece descabido. Necessita-se investir na Bolsa o dinheiro que não utilizará, em no mínimo 3 a 5 anos (desde que se tenha uma sensacional estratégia, repito, caso contrário, se tú pensa em comprar e conservar um fundo indexado, o horizonte de investimento precisa ser bastante maior). Da mesma forma, deve-se investir em títulos a 3 ou 5 anos, o dinheiro que vai depender de três a cinco anos.
Uma das principais causas pelas quais as pessoas investe em coisas e então se dá “de amortecedores”, é já que colocam teu dinheiro em instrumentos que não estão de acordo com os seus objetivos. Gente que investe, tais como, em fundos de dívida de comprido prazo, o dinheiro que vai ter necessidade de no próximo mês, simplesmente por causa de o funcionamento que tenham pago é bastante superior, mas que cada vez são mais voláteis e, por vezes, apresentam dificuldades de movimentos nas taxas de juros. Ou então, pessoas que investe na Bolsa o dinheiro que precisará para final de ano, com o traço que isto representa.
Cada pessoa que conhece de suposição de portfólios, sabe bastante melhor que o objetivo de um portfólio de investimento é achar uma mistura de ativos é tal que, dado um nível de traço (esse é fixo), se maximize o potencial de funcionamento. Isto é, você tem que firmar o risco – quanto estamos dispostos a assumir, e, em seguida, buscar a combinação de ativos que nos possa dar o bem funcionamento no horizonte em que estamos investindo, para esse nível de risco.
Então, como menciono, esta pessoa só vai ter, em teu fundo pra emergências, apenas 20% do dinheiro disponível e investiu em instrumentos de curto prazo, com uma baixa volatilidade. E vai “apostar” (por causa de essa é a palavra, nesse caso), trinta% em Bolsa, outros trinta% em um fundo de dívida de médio e enorme prazo (isso é, no mínimo, 60% do fundo investido a longo tempo, contrário à sua natureza) e “tentar” ainda nem sabe, o 20% restante. Quer dizer, está “arriscando” 80% de seu fundo pra emergências e, além disso, nota-se que o vai investir sem uma estratégia que lhe permita controlar esse risco de excelente maneira.
O autor ainda menciona que nem há nada seguro nesta existência, todavia fica claro que, se não move o dinheiro, com certeza vai se perder em os nulos juros das contas ordinárias do banco. É arriscar – diz ele – um tanto (o seguro é só um pouco?) entretanto – cobre – continua produzindo dinheiro e aprendendo no caminho. Diz que a tua proteção é a diversificação: não mais de 30% em lado nenhum (nota para os meus leitores: a diversificação precisa ser feito de forma inteligente, repito, de uma forma que permita maximizar o rendimento potencial do portfólio, a um nível de risco dado).
Quando quis contribuir com o meu comentário em sua página, disse-me que ela não é uma consultora profissional e que não pode continuar permitindo obter um dois.8% de desempenho no teu plano de fundo atual de curto período, por causa de está perdendo dinheiro: a inflação é superior. Isso sim é totalmente verdade, porém a maneira como o vai desenvolver, não é, nem remotamente, a forma adequada de fazê-lo.
Em um fundo pra emergências, como a toda a hora tenho mencionado, não se procura o avanço de seu dinheiro. Um busca mantê-lo disponível, pra cada emergência (precisamente), e um trata de conservar pelo menos o teu poder de compra.
É De todos famoso que, na atualidade, no México e em o mundo todo, as taxas de juros diminuíram, de maneira significativa, como uma forma de motivar o investimento produtivo. Atualmente os Cetes a diferentes prazos, estão pagando taxas pequenos do que a inflação – e isto é algo conjuntural. Historicamente, no México, os Cetes a 28 dias foram pagas as taxas reais (acima da inflação) cerca de 3% anual, mas também historicamente existiram períodos onde as taxas foram negativas, e outros onde foram positivas.
Certamente, os fundos que investem em instrumentos de dívida de curto período, prontamente, estão pagando menos do que a inflação. Todavia precisamente em vista disso a gente tem que localizar seus investimentos e conhecer bem o “benchmark” (índice de referência – contra o que se compara). Poderá-se comparar o funcionamento dos fundos de dívida com liquidez diária, com as taxas de Cetes um dia em mercado secundário, tais como, ou contra Cetes a 28 dias como prazo a que normalmente investe em um fundo de curto prazo).
O caso de que no momento estejamos recebendo rendimentos acima da inflação em nosso fundo para emergências, nem precisa se preocupar bastante, se é que estamos a investir de maneira inteligente e obtendo rendimentos próximos a este “benchmark”.
Levando em conta que a taxa de Cetes a vinte e oito dias está, atualmente, em 4.47%, Volkswagen Bank fornece conta com liquidez imediata, que paga uma taxa de três.Setenta% através de 10.000 pesos (até três.Noventa% em valores maiores), que nem compara mal. E este mesmo banco também apresenta investimentos a sete dias de quatro.Trinta e cinco% e vinte e oito dias de 4.50% – superior a Cetes, por meio de 25.000 pesos. E sem traço algum, visto que está garantido pelo IPAB.
Dependendo do tamanho do nosso fundo pra emergências, se temos mais de 1 a 2 meses de despesas guardado lá, provavelmente nem vai necessitar de 100% de disponibilidade imediata, contudo sim a curto tempo, e sim com muita segurança. Em um caso sendo assim, até podemos investir uma parte pela conta de liquidez imediata, outra a 7 dias e 28 dias. Desta maneira, estaríamos obtendo rendimentos extremamente próximos a este benchmark.
Há várias algumas maneiras corretas de investir o fundo de emergência (por exemplo, alguém podes reflexionar em obter, para uma cota do mesmo, o CETETRAC – que é um ETF que está cotada pela Bolsa – no futuro, vou explicar bem como funcionam estes instrumentos). Só pra oferecer um modelo.
No entanto NUNCA devemos arriesgarlo tola, nem sequer uni-lo com o resto de nossas investimentos destinados a objetivos diferentes. Fazê-lo dessa forma, é a forma mais fácil de sair “barked”. Desta maneira me parece que esta é uma (Des) Orientação a respeito Investimentos. Qual é a tua opinião?

Esse é um artigo de convidados Planeja Seus Finanzas.com – Se você está interessado em participar e digitar um postagem (ou mais) nesta página, consulte os requisitos aqui.

“O homem que cometeu um defeito e nem o corrige, comete outro erro maior.” Confúcio
É constante ler artigos com sugestões e recomendações sobre como regressar a encerramento de mês e gerenciar a economia doméstica.
Ainda que muitos destes artigos são de uma amplo utilidade pela hora de obter conhecimentos financeiros e estudar a planejar nossos gastos, nem nos permitem ver que erros cometemos quase diariamente sem perceber e sem ter consciência dos mesmos.
É extremamente comum cometer erros e incorporá-los à nossa rotina, de jeito que acabamos por assimilá-los e vê-los como alguma coisa normal, no momento em que, na verdade, são os culpados de nossas problemas para comparecer a final de mês.
Ao longo deste postagem, recolhemos uma compilação dos principais erros que algumas pessoas cometem em sua gestão financeira, afim de entender e não voltar a despencar nos mesmos.
Parece óbvio, todavia muitos lares, cometem esse problema a cada mês. Devemos ceñirnos a nossa restrição orçamental, ou seja, a renda que temos mensalmente.
É extremamente relevante que tomemos um ritmo de existência de acordo com a quantidade de dinheiro que temos à nossa disposição.
Se todos os seus caprichos vão pro carrinho de compras, o seu cartão de crédito lançará fumaça pro fim do mês.
É bastante diferenciado de requisitar um empréstimo rápido pra MoneyMan, como por exemplo, de maneira pontual e por um gasto imprevisto, a usar o dinheiro pra financiar gastos desnecessários e previsíveis.
Se tu não aprecia trazer dinheiro no bolso, você poderá usar um cartão de débito e firmar a quantidade máxima de dinheiro que você poderá gastar.
Em caso contrário, se você for a qualquer estabelecimento comercial com cartão de crédito, provavelmente findar comprando mais do que de fato precisa, ao não ter consciência a respeito o gasto que está fazendo.
Este é um defeito bastante comum e resolvê-la poderá nos proteger extremamente no nosso dia-a-dia. É bastante descomplicado, antes de dirigir-se ao supermercado tú tem que responder a seguinte pergunta: o que preciso comprar? Confira as provisões de alimentos e outros produtos básicos que tú tem em moradia e digitar uma relação com aqueles que tu necessita.
Então, quando tu vai ao supermercado, te cingirás com o que de fato deve e nem obter produtos e alimentos que não te fazem inexistência.
Além de economizar dinheiro, tu pode economizar tempo no supermercado ao encaminhar-se diretamente para pesquisar os produtos que realmente tenha ido comprar.
Nos deparamos com esta situação no momento em que contratamos serviços que vamos pagar mensal ou trimestralmente.
A título de exemplo, se você tem que contratar uma linha ADSL pra realizar consultas básicas pela web, nem lhe fará inexistência a fibra óptica com mais velocidade do mercado. Tú deve escolher o artefato que bem se adapta às suas necessidades.
O mesmo acontece com a luz, pra que contratar mais potência se com o que você possui é bastante? Além disso, este é um dos conceitos que mais paga na fatura.

No artigo de ontem, afirmei que o planejamento de nosso retiro é um recurso de toda a existência. Falamos sobre o assunto como nós podemos calcular a quantidade de dinheiro que vai demandar acumular pra alcançar um retiro como o que sonhamos ter. Vimos também que, pela maioria dos casos, os fundos que os planos de segurança social nos possam procurar, simplesmente nem serão suficientes.
É desta maneira que precisamos desenvolver novas fontes de renda que complementam a segurança social, como poderá ser um plano de previdência privada, seguro de remoção ou de um fundo de poupança própria que nos permita comparecer forjando um patrimônio com o tempo.
Já bem: quando se trata de poupança para a aposentadoria, no México, o veículo maravilhoso é desfrutar os estímulos fiscais que temos disponível e que nos permitirão alcançar nossa meta com um esforço menor.
Um Plano Pessoal de Remoção é uma conta especial que se abre, como teu nome o indica, com o encerramento de poupar para o nosso retiro. Necessita ser aberta em instituição autorizada pela Secretaria de Fazenda e Crédito Público pra operá-las (principalmente Casas de Saco, Operadoras de Sociedades de Investimento ou Distribuidoras das mesmas, tal como Companhias de Seguros).
A economia de um Plano Pessoal de Remoção é premiado com vantagens fiscais significativas, como são:
1.
As contribuições que fazemos são dedutíveis de impostos em nossa declaração anual (até um limite máximo, que é 10% de nossa renda anual ou 5 salários mínimos elevados ao ano, de acordo com a área geográfica onde vivemos). É expressar, se a nossa renda anual é de 400,000, podemos depositar, no máximo, cerca de 40 000 pesos no nosso Plano Pessoal de Remoção, os quais podemos deduzir pela nossa declaração de abril e recuperar aproximadamente doze.000 pesos. Isso significa que, na verdade, estamos economizando apenas 28,000 pesos (o resto fica com o Governo, como um benefício fiscal).
Dois.
Os rendimentos (juros) que ganhe o nosso investimento em um Plano Pessoal de Remoção, também estão isentos de pagar o Imposto A respeito a Renda (durante o tempo que lá permanecerem).
Três.
No instante de realizar a nossa idade de aposentadoria (sessenta e cinco anos) ou nos casos de invalidez ou de incapacidade previstos na legislação de segurança social, podemos tirar nosso dinheiro também com um benefício fiscal significativo, já que, na época, o imposto que temos que pagar cada ano é apenas a décima quota do capital e seus interesses, sobre o qual também se aplica um fator de dedução de nove salários mínimos anuais.
Como podemos observar no Quadro um (ao término deste post), o benefício fiscal pra economia é espaçoso, o que faz com que esse plano seja a maneira melhor de investir pro nosso retiro.
É significativo mencionar que a economia voluntário nas Afores (contribuições complementares para a remoção) tem o mesmo tratamento tributário que um Plano Pessoal de Remoção, o que podes ser uma boa opção pra várias pessoas.
Pessoalmente penso, porém, que as Afores nós nem podemos solucionar como investir o nosso dinheiro (a Consar através do regime de investimento que autoriza pra cada SIEFORE). Desse modo, pra muitas pessoas, faria significado abrir um Plano Pessoal de Remoção em uma instituição especializada, no qual um sim poderá solucionar como dividir os recursos. Em novas ocasiões, o investimento poderá incluir a circunstância de diversificar os nossos recursos em renda variável (bastante considerável para maximizar os nossos rendimentos no longo período), em tão alto grau lugar como internacional.
É sério também mencionar que as contribuições que fazemos a um Plano Pessoal de Remoção e seus rendimentos conseguem ser retirados antes de completar a idade de sessenta e cinco anos, porém, neste caso, as disposições que façamos, são considerados como um rendimento adicional pra efeitos do Imposto A respeito de a Renda, e, deste jeito, nós temos que pagar impostos a respeito elas. Além disso, a instituição onde temos estabelecida a nossa conta, possui a obrigação de retenernos vinte% sobre o valor retirado como um pagamento provisório de impostos. Com o qual o benefício fiscal, para se afastar antecipadamente, se perde.
Além disso, se o titular morrer antes de cumprir com a sua idade de aposentadoria, seus beneficiários de acordo com sucessão testamentária podem arredar os recursos, contudo são obrigados a pagar os impostos correspondentes aos levantamentos que realizem.
Existe um outro veículo fiscal pra aqueles que têm a suposição de economizar ainda mais para a tua remoção, através de um Plano de Remoção com Estímulo Fiscal com apoio no Art. 218 da Lei do Imposto Sobre isso a Renda, do qual falaremos amanhã.
Quadro 1
O seguinte exemplo mostra o caso de uma poupança de 30 anos de idade (faltam trinta e cinco para a remoção), que investe de 20.000 pesos anuais (são actualizadas com a inflação) em um plano pessoal de remoção (este valor inclui a dedução fiscal). Como pressupostos adicionais: a taxa de juro nominal média a cada ano é de dez%, a inflação média anual é de três,5% e a taxa do imposto sobre isso o rendimento é 28%. Comparemos os resultados ao investir em um Plano Pessoal de Remoção e de fazê-lo sem os benefícios fiscais: