Comércio, transporte, hotéis, restaurantes, lazer e entretenimento são os setores que vão impulsionar a contratação de trabalhadores durante os meses de verão. São, de alguma forma, segmentos de nossa atividade econômica relacionados com o turismo, que vive um ano de recorde, tal como atesta a Pesquisa de Movimentos nas fronteiras (FRONTUR), que elabora o INE. Segundo seus dados, em abril, entraram em Portugal quase 6,1 milhões de turistas internacionais, 11,3% a mais do que no mesmo mês de 2015. O Reino Unido é o principal mercado para o nosso sector turístico, com mais de 1,4 milhões de passageiros, em abril, que representam mais de 23% do total e representam um aumento ligeiramente superior a 18% com relação ao mesmo mês de 2015.
A tração do turismo
De acordo com dados do FRONTUR, nos quatro primeiros meses de 2016, o número de turistas que visitaram Portugal aumentou 13% e já supera a barreira dos 18,1 milhões de viajantes. Este bom momento do setor turístico, de acordo com as previsões de Ranstad, vai resultar na emissão de mais de 480.000 contratos em comércio, transporte, hotéis, restaurantes e entretenimento. “Estes números representam um aumento de 13,3% em relação aos dados de 2015, quando se registraram 429.000 contratações, o que vai em linha com as previsões que apontam para um ano recorde de visitas de turistas”, apontam os especialistas nesta multinacional de recursos humanos, que consideram que “2016 será o melhor verão em termos de contratação dos últimos oito anos, já que a geração de emprego aumenta pelo quarto ano consecutivo e acumula um aumento de 60% em comparação com 2012, quando assinaram 304.000 contratos”.
Tradicionalmente, o turismo é o principal impulsor da contratação durante o período estival. De fato, este setor alcançou durante o verão do ano passado, o maior volume de trabalhadores em Portugal, da história, acima dos cerca de 1,6 milhões de ocupados. Garçons, funcionários de aeroportos, cozinheiros e profissionais de atendimento ao cliente serão os mais procurados neste verão, de acordo com a análise não-Governamentais, que também detectou que, dentro das empresas, além de pedir a esses trabalhadores, experiência e profissionalismo, ganham cada vez mais força outras qualidades, como a orientação para o cliente, “já que a fidelização dos mesmos tornou-se um dos pilares para as empresas”.
Neste sentido, Ranstad destaca-se o efeito que tem sobre o emprego, o aumento do turismo internacional. “Nesta linha, o inglês é indispensável para muitos dos postos que se ofertam, por se tratar de um idioma básico em hotelaria, restauração e reforço de infra-estruturas de transportes”. A partir desta consultora de recursos humanos também foi detectado “um aumento da importância que se dá à capacidade do candidato de desenvolver a sua atividade em outros idiomas, como francês, alemão, russo, chinês ou árabe, já que tem aumentado consideravelmente o número de visitantes destes países nos últimos anos”.

Há alguns dias através do Twitter achei Prestadero, que é um blog onde se conseguem produzir empréstimos de pessoa para pessoa (peer-to-peer lending).
Esse paradigma tem tido crescimentos explosivos em algumas partes do universo. A título de exemplo, nos Estados Unidos, a plataforma líder do padrão P2P que é Lending Club, acaba de ultrapassar a barreira de us $ 1,000,000,000 prestados através de tua plataforma (nem me enganei – mil milhões de dólares).
Sendo assim encontrei muito bom saber que no México há insuficiente nasceu Prestadero.com que é uma plataforma com um padrão de negócio aproximado, todavia adaptado à realidade mexicana.
No México, as pessoas que é responsável com o teu dinheiro e mantém uma bacana notação de crédito nem podia saber, até sem demora, créditos em condições justas. Basta entrar no Simulador de Empréstimo Pessoal e Folha de pagamento de Condusef, para ceder-nos conta que a data em que estou escrevendo este postagem, a taxa de juros mais baixa de créditos de folha de pagamento é de vinte% ao ano. Mas há créditos pessoais onde o GATO pode aparecer até a um mínimo de 191% anual!.
As instituições financeiras não fazem uma seleção adequada de perfis, então oferecem a mesma taxa de juros a clientes com um histórico impecável, e pra aqueles de alto traço.
Visto que bem, através de Prestadero alguém com um score de crédito alto, tu pode adquirir um crédito a uma taxa anual desde o 8.Noventa% seja por doze, 24 ou trinta e seis meses.
Para captar mais a respeito de esse padrão de negócio, descobri-me com Gerardo Obregón, Fundador e Diretor de Prestadero, que é um cara de 31 anos, empreendedor e com uma sólida trajetória empresarial. Ele me disse o seguinte:
Ao ser baseado no padrão de empréstimos de pessoa pra pessoa, Prestadero também nos oferece uma forma diferenciado para investir o nosso dinheiro: prestándolo a outras pessoas, através da plataforma.
A taxa de juros que pagam os requerentes de crédito representa o ganho que teremos, menos as comissões de administração que é cobrada Prestadero. Claro que este investimento possui risco de que as pessoas a quem temos emprestado nem pagar o crédito.
Nas palavras de Gerardo Obregón, Fundador e Diretor de Prestadero:
Eu acredito que é um paradigma boa e inovador no México, e uma chance tanto para aqueles que precisam de crédito como para os que têm dinheiro guardado.
Há insuficiente, inscrevi-me em Prestadero e comecei a fundar a minha conta. No próximo post falarei mais sobre isso esta plataforma, de minha experiência. Também vou criar este artigo mais da minha conversa com Gerardo Obregón.
Durante o tempo que isto, deixo o vídeo abaixo que explica mais a respeito como dá certo Prestadero. Também partilho esse artigo que apareceu recentemente no Web site do Dinheiro Jovem.

Este é um artigo de convidados Planeja Seus Finanzas.com – Se tú está interessado em participar e escrever um postagem (ou mais) nessa página, consulte os requisitos aqui.
Este post foi escrito pelo Estudante Ezequiel Camas Puon, que é Instrutor e Consultor em Previdência. Ezequiel nos compartilha um extraordinário post, muito completo e informativo, sobre o assunto esse tema. Tu podes entrar em contato [email protected].
A CONSAR está fazendo uma campanha extensiva para conscientizar o trabalhador sobre isso a importância de pesquisar a oferta antes de escolher. Pela minha experiência, são bastante poucos os interessados em estudar e elaborar uma cultura financeira saudável, pra prever a sua vida para além da existência laboral activa. O trabalhador associada a aposentadoria com qualquer coisa afastado e sem importância, e em visão de que nem podes dispor de recursos de sua conta individual não a vê como própria ou de um patrimônio.
Tenha em mente que, de cada us $ 1.000.00 que um trabalhador –que trocou o IMSS – ganha, $sessenta e cinco.00 são “depositados” na afore, isso para além da quota social que contribui com o governo federal. Tendo como exemplo, se um trabalhador ganha hoje: $ 15,000.00 mensais, a tua contribuição anual seria de r $13,114.80 –inclui quota social-, aproximadamente, e que, se tivesse quinze anos de admissão no sistema, suas contribuições seriam de us $196,722.00, aproximadamente. Isso é dinheiro, e embora nem possa dispor dele, eu estaria interessado em saber o que se faz com ele e como posso tomar o bem proveito pra apreciá-lo melhor quando possível fazê-lo.
Tenha em mente que o propósito do dinheiro economizado na Afore é exclusivo para pensão. Sem demora, pra esse efeito existem em vigência duas leis: a do ‘setenta e três e do ‘noventa e sete. E cada uma é diferenciado em teu cálculo, o teu montante. Se o trabalhador está cotada antes de 1º de julho de 1997, poderá escolher o regime que melhor lhe convier, nem, dessa forma, o que começou a cotar posterior a esta data, que ater-se-á a Lei do ’97.
a) Lei do ‘setenta e três
No artículo167, descreve-se o cálculo da pensão. Nesse lugar destacaremos alguns pontos importantes, tais como:
Como vemos, nos 2 primeiros exemplos: o trabalhador com superior salário adquiriu melhor pensão.
Comparando-se o exemplo 1, modelo 2, vemos que a diferença reside no tempo citado.
Pontos-chave:
b) Pensão por Lei do ’97
Esta Lei estabelece que é o saldo acumulado, o que determinará a quantidade de pensão pra comprar. Quer dizer, a pensão é parecido ao saldo encerramento entre a unidade de renda vitalícia (tabela elaborará, anualmente, a Comissão Nacional de Seguros e Garantias, de acordo com o post 194 da Lei ’97). “A maior saldo, superior a pensão”.
O saldo é efeito de 4 elementos importantes:
As contribuições, tal as obrigatórias como voluntárias dependem diretamente do trabalhador, em relação com a tua entrada. Durante o tempo que que as novas duas, depende da capacidade de gestão das afores. Dessa forma, para que o saldo aumente, o trabalhador deverá escolher uma afore que cobre menos, entretanto que, na sua gestão tenha obtido os mais altos rendimentos, ou na combinação de rendimentos e de cobrança de comissões te dê maior saldo.
O IRN (Indicador de Desempenho de rede), como o expressa a CONSAR, “é uma subtração descomplicado dos retornos que concede a Afore, menos a comissão que se cobra”. Mas, como o teu nome indica, o IRN é um indicador de comparação (nem obstante, tem sido o bem até agora), e não, o desempenho que realmente dá no período de uma determinada Afore.
Nesse mês[um] o IRN é considerado com quarenta e cinco meses atrás, se bem que a comissão que cobram as afores os ativos administrados já mudou três vezes, ele considera que só a comissão atual – a CONSAR prevê que pro ano de 2015, a comissão se unifique a 1% de todas as afores-se, por um lado. Por outro lado, o rendimento é determinado na variação do preço da ação na siefore[2], a avaliação é diária. Essencialmente, a siefore é, por por isso expressar, é o aparelho que a afore gere os rendimentos.
Quando se registram contribuições precisa existir compra de ações, essa recorrência imporá variabilidade dos rendimentos.
Tem sido componente de confusão para alguns trabalhadores notar que, ao ganhar o teu estado de conta descobrem a informação de que a afore onde estão registrados, está entre os primeiros lugares de acordo com o IRN, porém tem números negativos (deficiência), e comparando com o estado de conta de algum companheiro que está em outro mais para baixo no ranking, possui pela mesma coluna: rendimentos mais altos. Se perguntam a que se tem que isto?
Observemos a básica três no fim de dezembro de 2012.

Neste momento, os cortes para os estados de são cuatrimestrales. Pensemos em casos de trabalhadores que todos têm um saldo inicial de $100,000.00, em diferentes afores, que o IRN mostra, vejamos com as diferentes variações do preço da ação, como informará os estados de conta:

Por esse exemplo, a Afore que está em primeiro lugar de acordo com o IRN nem deu o excelente funcionamento no período. Contudo, devemos recordar que o trabalhador nem pensionará em um período de 4 meses, entretanto no mínimo tem que cotar 25 anos e é aí que entra o IRN, já que promove a comparação de bons rendimentos a longo período.
Agora vejamos um período de 36 meses com o mesmo caso[3]:

O trabalhador que se vai pensionar pelo regime de Contas Individuais (Afores) deve se preocupar em descobrir uma Afore que tenha dado retornos consistentes no grande período, por esse significado, o IRN é um incrível indicador.
Considerando, então, o embate dos rendimentos da pensão –segundo a Lei ’97-, colocamos o seguinte exemplo: um trabalhador (homem) de trinta e sete anos, com 11 anos de idade no sistema, com um salário de $15,000.00, com saldo inicial de $144,262.Oitenta, com os rendimentos publicados em básicas (quinze de janeiro de 2013), com uma inflação prevista de 4,cinco% e pensionable aos 60 anos, ficaria da seguinte maneira:

Usando as fórmulas da CONSAR em sua calculadora de pensões:

1. Que tenha um IRN atraente de forma consistente:
Dois. Serviços ao teu alcance: UAEP (Unidade de atendimento ao público), serviços eletrônicos e consultoria online.
3. Solidez financeira:
Uma pessoa mais informada pode tomar melhores decisões. A CONSAR, em sua página da internet, possui informação ao alcance de todo o público, que com um pouco de paciência podemos entender a interpretar.
Em conclusão, a cada trabalhador, precisa-se distinguir o regime com o que se vai pensionar: se é do ’73, os rendimentos nem são importantes no cálculo da pensão–, mas, sim, no aumento do saldo de tirar, itens: SAR ’92 e Remoção ‘noventa e sete-, no que se diz à Lei de ’97, é sério saber escolher a afore, visto que, sem dúvida alguma, em grande proporção, intervém no acrescentamento do saldo -que será o condicionante pra ter uma interessante pensão-.

Apesar de fazer previsões para o futuro é cada vez mais arriscado, PwC realizou um exaustivo teste em que a economia espanhola será ultrapassada pela cada vez maior força dos chamados países emergentes. Seu vigor renovado fará com que no ano de 2050 deixemos de estar entre as vinte maiores potências econômicas mundiais.
Nas próximas décadas, nosso país perde paulatinamente peso no concerto econômico internacional e, em 2050, já não está entre as vinte maiores economias do mundo. A principal razão desta queda será “a ascensão inexorável de países emergentes que coparán seis dos sete e quatorze dos vinte primeiros lugares”, tal como reconhece o relatório, O Mundo em 2050. Como mudará a ordem económica mundial?, elaborado pela PwC, em que foram tidos em conta os fatores demográficos, a qualidade do mercado de trabalho, o desenvolvimento tecnológico e a acumulação de capital.
No ano passado, a economia espanhola foi a décima sexta maior do mundo, segundo os dados do FMI, mas só será capaz de reter uma posição semelhante, 17, até 2030. A partir de então, a ascensão dos países emergentes a cair e, em 2050, ocupará o lugar 26, de acordo com as projeções realizadas sobre as 32 maiores economias do mundo.
No entanto, o nosso país não será o único desenvolvido ver descer o seu peso no contexto econômico mundial nas próximas décadas. “Enquanto que, em 2015, as economias do G-7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) e do E-7 (Brasil, China, Índia, Indonésia, México, Rússia e Turquia) tinham praticamente o mesmo tamanho, dentro de 25 anos, em 2040, o PIB do grupo das sete maiores economias emergentes dobra para os mais desenvolvidos”, garantem os especialistas da PwC.
Em alguns anos, a Índia ocupou a segunda posição, relegando para os Estados Unidos em terceiro lugar. Indonésia, Brasil, Rússia e México são exibidos nas posições 4, 5, 6 e 7 do ranking, respectivamente, e devem exceder ao Japão, que vai de 4 a 8, Alemanha, que vai cair de 5 a 9, e o Reino Unido, que descerá do 10 para o 11.
O PIB global vai dobrar
No próximo quarto de século PwC estima que a economia mundial será multiplicado por dois e que, entre 2016 e 2050, registará um crescimento médio anual de 2,5%. No horizonte de 2042, “os setes países mais desenvolvidos vão aumentar a sua atividade 3,5% de média anual por 1,6% dos desenvolvidos”.
Neste contexto, a economia da União Europeia perder terreno, já que “só representará a 9% do PIB mundial em 2050, contra 15% atual”. No entanto, “os sete grandes países desenvolvidos é que continuarão tendo um maior PIB per capita –salvo, talvez, no caso da Itália-, que os emergentes e, embora a diferença vai diminuindo gradualmente, não se igualarán antes de 2050”.

Popular apresentou hoje os resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre do presente exercício, com um lucro de 94 milhões de euros, valor que é de 2,6 por cento superior ao do mesmo período do ano anterior, superando as expectativas do mercado, tanto nas margens como no lucro líquido.
E para alcançar essa cifra já teve muito que ver com o negócio bancário, para clientes de varejo (particulares e empresas), que são a base do modelo que desenvolve Popular.
A nova contratação do crédito foi de 4.770 milhões €, dos quais 64% foi para pequenas empresas e autônomos. O resultado é um ganho de quota de mercado, que chega até o 7,68% no crédito e o 5,98% em depósitos
O ceo Popular, Francisco Gómez, que foi o encarregado de desgranar estes resultados em uma conferência de imprensa e, posteriormente, na apresentação para analistas, salientou que, excluindo o impacto da eliminação das cláusulas-chão, a margem de juros subiu de 1,4%. Gómez, destacou a contribuição destes interesses e das taxas na receita total, 83% do total.
Outros dados expostos pelo ceo também confirmam a tendência positiva, como a redução da inadimplência por 9 trimestre consecutivo e a diminuição de ativos improdutivos.
Para consolidar essa recuperação, no contexto de uma melhoria geral da economia, Gomez lembrou que o esforço dos agentes económicos deve ser continuado com os responsáveis políticos.
O ceo também fez a sua avaliação sobre a recente aquisição do negócio de Nationwide em Espanha e Portugal. Operação que vem a reforçar a posição de liderança no setor de cartões de crédito “revolving” no que apresenta já uma taxa de 30%.
Como resumo, Francisco Gómez disse que Popular está bem posicionado no ambiente e enfrenta o futuro imediato com dinamismo comercial, especialmente nesse segmento tão próprio de sua trajetória como são as pequenas e médias empresas e as famílias.

Embora já não estamos em tempos em que o primeiro ano era sinônimo de subida generalizada de preços em serviços essenciais, como água, luz ou telefone, ou de revisão sistemática de aumento de impostos e contribuições sociais, ainda são muitas as taxas que se verificaram com a entrada do novo ano.
A luz pode voltar a subir
Um dos custos mais importantes para casas e negócios é a electricidade. Desde há muito tempo, cada vez que chega o recibo da luz nos deparamos com uma nova revisão de preços e neste dia 1 de janeiro não vai ser uma exceção. A parte regulada do recibo, que representa cerca de um terço do mesmo, não se vai tocar, mas que depende de cada companhia elétrica pode se ver afetada na medida em que fatores como a climatologia influam nos custos de produção. Assim, é possível que tenhamos que enfrentar algum recuperação no preço da luz.
Quanto ao recibo da água, cujo custo depende do território em que vivemos, as duas grandes capitais, Madrid e Barcelona, anunciou o congelamento de preços, embora o custo deste fornecimento essencial pode se multiplicar por quatro, dependendo do município em que vivemos. Uma situação semelhante que se experimentará no caso do transporte público, onde vamos nos encontrar de entrada com tarifas congeladas, como os suburbanos e regionais de RENFE, face a outras entidades que, sim, vão subir os preços para este serviço. Não obstante, a tendência ao aumento do preço do petróleo e o anunciado corte de produção por parte da OPEP pode desencadear uma cascata de aumentos no custo do transporte.
Os trabalhadores independentes vão pagar mais para a Segurança Social
Um dos custos mais importantes para autônomos e empresas são as contribuições sociais, que são atualizados para o início do ano. No caso dos autônomos, em 2017 a subida do Salário Mínimo Interprofissional fez com que se aumentem as bases mínimas de contribuição, no mesmo percentual, de 8%, enquanto que a base máxima crescerá 3%. A partir de 1 de janeiro, a base mínima de contribuição, a que estão sujeitos 86% dos autônomos de nosso país, será de 954,55 euros, o que implica que a taxa de autônomo suponha um mínimo de 285,41 euros por mês e um máximo de 1.121,63 euros.
Embora o IRS e o IVA de momento não foram tocado, aumentam as taxas que pagam tanto o álcool como o tabaco. Além disso, em quase 2.500 municípios vão rever os valores cadastrais, por isso a partir de 1 de janeiro em quase 1.900 municípios subirá o valor oficial dos imóveis e em outros 550, aproximadamente, vai cair. Portanto, em 2017, o recibo do IBI pode sofrer variações se o município em que tenhamos propriedades imobiliárias se congratulou-se com esta possibilidade.

São as conclusões mais importantes do relatório Perspectivas Portugal, em que a consultora KPMG foram inquiridos mais de 1.300 executivos e empresários espanhóis. Embora o tom geral se pode qualificar como otimista, o ponto de partida responde a uma avaliação muito conservadora da actual situação económica e política de Portugal. De fato, a incerteza passa factura já que a maioria dos entrevistados, quase 60%, classificam a situação como regular, enquanto apenas 32% vê o momento atual como bom. “Em um mundo globalizado e cada vez mais interligado, a evolução da economia espanhola estará claramente influenciada pelo que acontece além de nossas fronteiras. Apesar de as projeções são positivas, o cenário global obriga a ser cautelosos”, diz John Scott, presidente da KPMG no Brasil.
Desafios para um mundo em movimento
De cara ao futuro mais próximo, as empresas enfrentam um cenário em mutação, colocam grandes desafios. As mudanças na estrutura, processos, recursos e pessoas que compõem as empresas é apontada por 23% dos entrevistados como sua maior prioridade para os próximos 12 meses. Nesta escala de prioridades continuam a aposta na inovação e tecnologia, apontada por 20%, o desenvolvimento de novos produtos e serviços (19%) e a expansão e crescimento internacional (16%). A este respeito, John Scott destaca que “o Big Data será, provavelmente, uma das maiores fontes de inovação e de criação de valor para as empresas. O aproveitamento dos milhares de milhões de dados gerados a cada dia, abre possibilidades imensas de desenvolvimento e geração de riqueza”.
As empresas espanholas têm claro que a internacionalização tornou-se uma prioridade, especialmente para superar a queda da demanda interna nos últimos anos, uma realidade que tem impulsionado a busca de mercados no exterior. De facto, segundo os dados da KPMG, 75% do nosso tecido empresarial já opera fora de nossas fronteiras ou a planear fazê-lo, com a União Europeia, américa Latina e América do norte como os três principais destinos para os que dirigem suas exportações.
Para os próximos meses, as empresas pedem medidas destinadas a melhorar a situação atual de nossa economia: a maior demanda, o que fazem é a redução da burocracia, o que pede um 22% dos empresários, uma cifra similar à dos que exigem que sejam envidados maiores esforços para promover a educação, a formação e o desenvolvimento de competências para poder dispor de uma força de trabalho mais qualificada. Em terceiro e quarto lugar, uma em cada cinco empresas apela à implementação de medidas para promover a inovação e que se leve a cabo uma reforma fiscal.

Este postagem foi escrito por Martin Gomez, bloggero profissional da área econômica e das finanças pessoais, desde 2009, ensina truques de poupança e formas de utilizar melhor os recursos disponíveis.
É verdade que pouco a pouco estamos tentando sair da decadência que vem afetando a Espanha, entretanto, apesar que a situação já não é tão crítica como há um tempo atrás, ainda existe um percentual de famílias que nem conta com dinheiro extra no caso de algum imprevisto econômico, pois até o instante são um total de quarenta e um% de famílias espanholas que não têm a capacidade de desenvolver face a um imprevisto econômico.
Os detalhes fornecidos pelo Estado, indicam que o Brasil está saindo da instabilidade, a passos curtos, no entanto firmes, e pra muitos isso significa que podemos achar uma luz depois do túnel. Mesmo então, vamos ter que aguardar um bom tempo pra que as coisas por Portugal se estabelecer e, provavelmente, o desemprego seja um dos últimos dificuldades em que veremos um tipo de melhoria. Devido ao desemprego de trabalho que se reflete como o maior defeito de serviço pra muitos, isto vem afetando o país, a tal sinal que, hoje, em 17% das famílias apresentam graves dificuldades para vir a encerramento de mês, no tempo em que que quarenta e um% não conta com a competência econômica para enfrentar ou definir qualquer imprevisto econômico que se lhes possa exibir durante o mês.
Todas essas situações vêm ocorrendo na diminuição dos salários, que, inclusive, tem afetado pessoas que dispõe boas posições nas empresas, sumándole os desempregados, sendo a principal causa por que muitas pessoas tiveram que recorrer a pedir empréstimos mínimos para os bancos.
É essencial que tu siga as detalhes que vamos conceder prontamente mesmo para que nem caia na necessidade de ter que requisitar empréstimos a curto prazo a instituições bancárias ou empresas do modo wonga.é, já se desta maneira tú evitará ter que pagar as taxas que isso pode talvez provocar.
Um dos maiores erros que podemos cometer é que nós acabamos gastando tudo o que temos para aprimorar a residência ou adquirir um outro tipo de bens, pelo motivo de acreditamos que é necessário, no entanto, seria excelente se abster de gastos desnecessários ou, por todo caso, recorrer a outros tipos de financiamento, como os bancos comerciais.
Nem se deixe conduzir pelos gastos desnecessários e supérfluos, que frente à recessão, é imprescindível conservar tudo o que é necessário pra deste modo poder gerar frente a cada imprevisto que possa mostrar-se no nosso lar, ou em todo caso, para poder acontecer melhorias e inovações pro futuro.
Isto é considerável, já que nem existe nada mais do que inovar para poder elaborar frente à crise econômica. Pela web há muita informação que nós precisamos pra começar um nanico negócio e fazê-lo com insuficiente dinheiro. Frente à crise, devemos estar a todo o momento preparados e é por essa mesma razão que muitos baixaram o preço de alguns cursos, em vista disso, atualmente, são mais acessíveis.
É verdade que diante da grande onda de gelado que costuma atravessar da Espanha, durante o inverno, é necessário descrever com aquecimento. Não obstante, é necessário que o download de alguns graus, porque por cada grau a menos, nós estamos economizando trinta e cinco euros anuais, o que nos permitiria comparecer fazendo a nossa bolsa de poupança para estar preparados contra um imprevisto econômico.
Nem se esqueça de elaborar uma lista das coisas de que realmente deve, e evitar obter coisas de que nem precisa, como esta de comparar os preços do supermercado e sair o mais barato. Com esta técnica, poderá poupar cerca de 600 euros por ano, de fazer tuas economias para um imprevisto estariam aumentando.
Como tú poderá observar, há algumas formas com as quais os cidadãos de pele são capazes de economizar dinheiro em uma situação financeira tão difícil quanto a atual. Deste jeito, é preferível que tú aprenda e utilize essas técnicas antes de você a requisitar empréstimos de curto prazo a instituições de crédito, já que, assim sendo, você estará poupando novas grandes comissões e evitando entrar em uma espiral de dívidas, que costuma ser extremamente difícil sair melhor parado.

“O número de viajantes que se hospedam em um alojamento eco-friendly poderia dobrar este ano, já que 65% dos turistas têm manifestado esta intenção, contra 34% que se hospedar em um alojamento deste tipo no ano passado.” É uma das conclusões mais impressionantes do Relatório sobre o Turismo Sustentável de tudo que você joga dados tão curiosos como que 79% dos viajantes tem em conta a sustentabilidade do modo de transporte que escolhe para se deslocar, 43% prefere o transporte público sempre que possível, 42% é de caminhar ou andar de bicicleta, tanto quanto você pode, e cerca de 18%, que tenta voar menos para reduzir a sua pegada de carbono.
Uma nova forma de viajar
Mesmo que se devem fazer ajustes relacionados com a qualidade e o luxo em favor de um alojamento mais respeitoso com o meio ambiente, a grande maioria dos viajantes estaria disposta a aceitá-los. Por exemplo, de acordo com Reservas “94% estaria disposto a ficar em uma propriedade com lâmpadas de baixo consumo, 89% em um ar condicionado ou de aquecimento que funcionam apenas enquanto estiver no quarto e 80% com chuveiros de baixo consumo”.
No entanto, apenas 59% estaria disposto a pagar mais pelo alimento ao oferecer produtos mais respeitadores do ambiente e produzidos localmente. Outro exemplos do que é o turismo eco-friendly é para mais de uma terceira parte, viajar de forma sustentável significa economizar água reutilização das toalhas e lençóis (38%) e preservar o meio ambiente ao reduzir o uso de produtos como shampoo, sabonete, escova de dentes ou lâminas de barbear (35%).
Embora apenas 5% acreditam que é mais fácil viajar de forma sustentável, 46% é considerado um viajante sustentável, um dado que, atraentemente, sobe para 87% dos viajantes espanhóis, que pode ser considerado sustentável. “O alojamento onde ficamos é fundamental para desfrutar da viagem, mas também desempenha um papel cada vez mais importante quando queremos viajar de forma sustentável”, comenta Pepijn Rijvers, Diretor de Marketing de Booking.com. “Servindo comida local, usando ou vendendo artesanato local, economizando água e energia, conectando clientes, com a comunidade local… Hoje em dia os alojamentos trabalham na sustentabilidade de muitas maneiras e é encorajador ver que os viajantes se interessam em explorar essas opções”.

Após os duros anos de ajuste do mercado imobiliário português, com um claro desajuste pelo lado da oferta, o investimento neste setor volta a situar-se em níveis mais normalizados. Diz a consultora internacional CBRE, que em seu relatório Global Investors Intentions estabelece que a Espanha é o terceiro país mais atraente da Europa para investimentos imobiliários em 2016. “A espanha é o país preferido por 10,2% dos entrevistados para investir este ano, situa-se apenas por debaixo da Alemanha (17%) e Reino Unido (15,1%) e é mais atraente do que países como a Holanda e a França”, observam os especialistas desta consultora. Por outro lado, “Madrid mantém a sua posição de 2015 como a segunda cidade mais atraente do continente em que investir, com 12,2% dos entrevistados que a consideram como destino favorito de investimento”.
As expectativas para as operações que se podem desenvolver mostraram que os investidores buscam uma maior diversificação, que em tempos de seca, como na pesquisa realizada pela CBRE chegaram a mencionar até 53 cidades diferentes. “Neste sentido, cabe destacar como novidade, o grande interesse que têm atraído os mercados da Europa central e oriental em relação ao investimento, com cidades como Varsóvia, Budapeste, Praga, Bucareste dentro do top 15”. Além de diversificar os destinos para investir, os atores do mercado imobiliário também tem focado suas ações a investimentos alternativos para a promoção e construção: “se a consolidação dos investimentos no produto alternativo, que já investe mais de metade dos inquiridos”. Em concreto, da dívida imobiliária é o segmento que demonstra uma maior penetração no mercado, com 30% dos investidores. “Por sua parte, ativos como as residências de estudantes são os que mais têm aumentado o interesse entre os investidores, seguidos de estabelecimentos de saúde e de lazer”.
Os efeitos da recuperação da confiança do consumidor e o aumento do consumo na Europa também têm o seu reflexo no destino do dinheiro, que voltou a estar interessado em investir no sector do comércio, já que tem aumentado o seu peso no mercado de 22% em 2015, para 27%, em 2016. “Em particular, os segmentos mais indicados são os centros comerciais e as ruas principais das cidades, embora os escritórios lideram as preferências, 37% dos investidores entrevistados”. Por outro lado, o relatório de CBRE aponta para a crescente importância da sustentabilidade no setor imobiliário europeu, em comparação com outras regiões e com os resultados de anos anteriores. “A consideração da sustentabilidade como critério principal para a escolha de investimentos aumentou de 15% em 2015, a um aumento de 22% em 2016, fato que reflete o desejo dos investidores por reduzir o risco de obsolescência por alterações legislativas e as expectativas dos ocupantes, além de melhorar a sua reputação”.