Os pequenos comerciantes esperam realizar a melhor campanha de Natal dos últimos oito anos, já que esperam um aumento de vendas de 5% com relação ao mesmo período de 2015. São alguns dados encorajadores que tiver recolhido a Confederação Espanhola de Comércio, cujo presidente, Manuel García-Esquerdo acredita que “os próximos meses serão decisivos para o futuro do comércio varejista, já que a recuperação da confiança do consumidor, e uma notável campanha de Natal pode ser um grande impulso para o setor”.
Neste sentido, afirmou que “se for excedido o atual clima de incerteza, os comerciantes devem levar a cabo a melhor campanha de Natal dos últimos anos”, disse o presidente da Confederação Espanhola de Comércio que, não obstante, foi matizes que “parte de nosso setor continua muito debilitado e precisa fechar bem o ano, a fim de garantir a sua continuidade”.
A CEC foi qualificado como promissor o crescimento homóloga que o comércio varejista registrou durante o passado mês de setembro, e que o Instituto Nacional de Estatística (INE) foi fixada em 3,6% a nível de vendas e 1,9% no que se refere à ocupação. Por modos de distribuição, as vendas das grandes cadeias melhoraram cerca de 4,7%, seguidas pelas empresas unilocalizadas (3,5%), as grandes superfícies (2,5%) e as pequenas cadeias (2,4%).
Por sua parte, desde a Federação Nacional de Associações de Trabalhadores Autônomos, ATA, esperam que esses números melhorem ainda mais com as próximas campanhas de inverno, tanto de turismo como de compras de Natal. “Uma subida moderada, mas constante, o que ressalta a importância de um setor estratégico em Portugal que dá trabalho a mais de três milhões de pessoas, que 813.478 são autônomos que se dedicam ao comércio e 2.294.729 são trabalhadores por conta de outrem”, afirma Lorenzo Amor, presidente da ATA.
Perante estes dados, a Confederação salientou “a importância fundamental que terão nos próximos meses para que o setor consolide a sua recuperação. Um marco que só será possível se está a recuperar a confiança do consumidor e se cumpram as previsões para a campanha de Natal. Se na campanha de Natal do mundo de 2014 sofremos uma ligeira recuperação e, em 2015, vivemos uma moderada reativação do consumo, este ano, continuaremos a caminho do crescimento”, disse o presidente da patronal do comércio de pequeno porte, Manuel García-Esquerdo.
Setenta mil empregos em um ano
O bom momento que parece atravessar o setor comercial fez com que o comércio varejista prevê fechar o ano de 2016, com um saldo positivo de mais de 70.000 novos empregos, com crescimento de 35.000 empregos temporários para a campanha de natal. “De consolidar-se a reativação do consumo, o setor se mantém como a principal fonte de emprego estável do país”, destacou a Confederação, que recordou que, em 2015, o comércio obteve um crescimento líquido de cerca de 80.000 novos empregos, uma descida que foi achacado a queda da confiança dos consumidores.

Os números que lida com o INE mostram um forte aumento nas viagens que os espanhóis fizemos dentro e fora de nossas fronteiras. Nos três primeiros meses, os residentes no nosso país, temos realizado 40,3 milhões de viagens, um 23,4% a mais que no mesmo período de 2015. De todo esse montante, o 91,5% têm como destino principal o território nacional, enquanto que as viagens ao estrangeiro representam 8,5%.
Por toda a Espanha
Nas deslocações internas, as regiões mais beneficiadas no primeiro trimestre são Andaluzia, com 16,5% do total de viagens, seguida pela Catalunha e Castela e Leão. Se relacionam as viagens internas dos moradores da localidade de destino, o fenômeno viajante tem mais intensidade em Aragão, com 1.560 viagens por cada 1.000 habitantes, e em Castela e Leão, que atinge cerca de 1.524 viagens por 1.000 habitantes. Em ambos os casos, esta forte incidência na recepção de turistas tem que ver com a boa saúde do turismo rural em ambas as regiões.
Os viajantes são os moradores da Comunidade de Madrid e Catalunha, que representam 17,9% e 17,5% do total de viagens do primeiro trimestre, respectivamente, enquanto que na terceira posição fica Andaluzia, com 15%. Os que mais gostam de viajar é para os aragoneses, com 1.180 viagens por cada 1.000 habitantes, seguidos pelos moradores e os navarros. Pelo contrário, os menos viajantes são os locais e os canários, com cerca de 600 viagens cada 1.000 habitantes.
O gasto total de viagens realizadas pelos espanhóis no primeiro trimestre supera os 7.990 milhões de euros, o que representa um aumento de 39,8% em relação ao mesmo período de 2015. Em viagens com destino em Portugal a despesa total cresceu 38,2%, enquanto que os realizados no exterior, o aumento é de 43,5%. O gasto médio diário situa-se em 49 euros em viagens com destino interno e em 94 euros em deslocações ao estrangeiro. No interior, a rubrica de despesa mais importante é destinada a bares e restaurantes, o que representa 26,5% do total, seguido do transporte. No entanto, em viagens ao exterior despesas com transporte representa um terço do total, com um aumento de 57,1%.
As visitas a familiares ou amigos, que são o motivo principal do 44,6% das viagens, que registram um crescimento anual de 25,3%. Por sua parte, as viagens de lazer, recreio e férias, que representam 40% do total, aumentam um 45,5%. Pelo contrário, as viagens de negócios, por razões profissionais e por outras razões, foram reduzidos em 14%. Enquanto que em viagens dentro do Brasil a principal razão para levá-los a cabo é visitar familiares ou amigos e a maior parte das viagens ao estrangeiro obedecem a razões de lazer e férias.

Que o setor imobiliário está em vias de recuperação é um fato que avaliam os números de indicadores que, periodicamente, se vão conhecendo. Segundo anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE), as operações de compra e venda de imóveis aumentaram em junho um 19,4% em relação ao mesmo mês de 2015 – em junho registraram-se 36.856 – e fecham um semestre positivo que não se via desde o ano de 2010.
A estatística de Transmissão de Direitos de Propriedade, que publica o INE fala de uma inscrição nos registos, em junho passado, de 151.447 fazendas, 3,3% a mais que no mesmo mês do ano anterior. Deste total, 74.192 foram compras e vendas, e o resto doações, permutas, heranças e outros pressupostos.
Entre as compras e vendas, a grande maioria foram quintas urbanas (acima de 85%), e destas, quase 60 por cento foram casas.
Outro ponto que cabe destacar, que é a tendência, é o percentual de moradias usadas transmitidas (82,1%), em comparação com as de habitação nova (17,9%), em junho. Na taxa anual, o crescimento das operações de moradia usada foi de 24 por cento, contra 2 por cento das vendas de casas novas.
Operações com casas em comunidades costeiras
Se falamos só de moradias, a estatística do INE de junho aponta que, em relação ao seu número de habitantes, as comunidades com mais movimento de compra e venda foram Baleares, Valência e Canárias, com 136, 128 e 188 transmissões por cada 100.000 habitantes.
Em números absolutos, Andaluzia foi a comunidade com maior número de operações com imóveis (7.496), seguida da Catalunha (6.000) e Madrid (5.441), embora as maiores variações percentuais anuais ocorreram nas Baleares (36,2%), Catalunha (34,4%) e Castilla-La Mancha (32,3%).
Os meses de verão parecem propícios para este tipo de operações, facilitando os contatos entre vendedores e compradores pelo maior tempo livre disponível. Os dados publicados pelo INE, somam-se as previsões que os especialistas fazem para o futuro mais imediato. Assim, o banco popular portugal destaca-se que há maior confiança nos consumidores e mais financiamento, que se traduz em um maior interesse pela compra de primeiras e segundas habitações.
As estatísticas oficiais mais próximo, veremos se essas previsões se traduzem na continuação da tendência positiva apresentada neste primeiro semestre.

O documento, que tornou público o FMI diz que “após o deslucido resultado de 2016, as projeções apontam para um crescimento da actividade económica em 2017 e 2018. No entanto, existe uma grande dispersão de possíveis resultados em torno das projecções, dada a incerteza que rodeia a orientação das políticas do governo norte-americano de entrada e suas ramificações internacionais”.
Superar a incerteza
Para o ano que vem, a entidade que dirige Christine Lagarde afirma que “o crescimento mundial aumentará a uma taxa de 3,4% em 2017 e 3,6%, em 2018, contra 3,1% em 2016”. Os especialistas do Fundo concluíram que entre as economias avançadas, “a atividade reviveu com força nos Estados Unidos após a fraqueza que caracterizou o primeiro semestre de 2016, e a economia está perto do pleno emprego”.
Além disso, dizem que “os números preliminares do crescimento durante o terceiro trimestre foram algo mais animadoras do que o previsto em Espanha e no Reino Unido, cuja demanda interna resistiu melhor do que o esperado após o voto a favor da saída da União Europeia”. No caso de nosso país, o Fundo espera que 2016 acabar com um avanço de 3,2%, que é lento até 2,3 deste ano e 2,1% em 2018. No que diz respeito à zona do euro, prevê-se que feche o ano anterior, com um avanço de 1,7%, que descerá uma décima para os próximos dois anos.
O efeito Trump
O resultado das eleições presidenciais norte-americanas foi seguido, no entender do FMI, “de uma significativa reavaliação dos ativos, distinguida por um forte aumento das taxas de juros internas mais a longo prazo, uma valorização do mercado de renda variável e um aumento das expectativas inflacionárias a mais longo prazo nas economias avançadas”.
Com este panorama e à espera do que fará na verdade, Donald Trump, quando, a partir de sexta-feira a ocupar o salão oval, o FMI considera que, “tendo em conta o ímpeto com que inicia a economia nacional em 2017 e as mudanças que provavelmente ocorram as políticas dos Estados Unidos, nós moderadamente elevado nossas projeções de crescimento do país a dois anos”. Especificamente, considera-se que a economia norte-americana registrará um crescimento de 1,6%, em 2016, que subirá ao 2,3 em 2017 e 2,5% em 2018.
O outro lado da moeda são as economias emergentes, para as quais o FMI alterou suas projeções macroeconómicas. “As perspectivas de crescimento a curto prazo da China foram revistas em alta, graças ao estímulo projetado de sua política econômica, e para baixo, em uma série de outras economias, entre as quais destacam-se a Índia, o Brasil e o México”, conclui o relatório perspectivas da economia mundial, do Fundo Monetário Internacional (fmi).

Você quer tornar-se investidor e não entende como começar?
Talvez a bem maneira de começar para novos investidores é saber a diferença entre poupança e investimento.
Se você nem tiver um capital inicial (herança, poupança) a primeira época recomendada é de verão.
• Verão é o procedimento de colocar-se regularmente de lado o dinheiro em ativos seguros e altamente líquidos (tais como, ativos que conseguem ser vendidos ou acessados em um período bastante curto de tempo, no máximo, dois a três dias). Isso talvez pode incluir fundos de investimento no mercado monetário, fundos de obrigações e outros. O maior intuito destes fundos precisa ser a preservação do capital acumulado, com um intuito secundário para ter um retorno a respeito de a inflação, se isto é possível.
• Investimento é o procedimento de usar o dinheiro pra obter um ativo que tú acha que vai gerar um lucro bondoso e aceitável durante o tempo, tornando-o mais ricas, com o passar de cada ano. Um investimento podes incluir cada coisa: um anão negócio, a aquisição de arte, vinhos raros, moedas de ouro, fundos de investimento, títulos, imóveis, antiguidades, a série de livros de banda desenhada, pra nomear alguns. O investimento prazeroso é o mais sólido caminho de desenvolvimento de sua riqueza pessoal, todavia requer tempo, geralmente vários anos, pra provar a eficiência.
Verão
Existem 2 tipos principais de programas de economia que tú precisa incluí-los na sua existência:
• Como especificação geral, a sua economia precisa ser suficiente pra cobrir todas as despesas de caráter pessoal, taxas para o empréstimo de hipoteca, seguro de custos, contas, comida, roupas e algumas despesas por no mínimo 6 meses. Deste modo, se tú perder o seu emprego, tu terá tempo suficiente pra se moldar a tua vida pra nova situação financeira, sem sentir a pressão extrema que vem do súbito desaparecimento de uma renda mensal.
• Cada intuito financeiro na sua existência, o que vai requerer uma amplo quantidade de dinheiro em um período de até 5 anos devem ser cobertas na poupança, sem depender de dinheiro do investimento. Pra levantar o dinheiro necessário para pagar o adiantamento pra aquisição de uma habitação é o melhor exemplo de um propósito financeiro coberto pela economia.
Investimento
O investimento é a alocação de fundos ou de capital para a compra de instrumentos financeiros ou outros ativos, a término de comprar retornos lucrativos, em forma de juros, dividendos ou apreciação no valor dos instrumentos.
Existem duas classes principais de investimento:
· Aplicações em renda fixa, como títulos ou ações preferenciais
· Investimentos de renda variável, tais como ações ou de aquisição de propriedades.
Contudo, levamos em conta o evento de que o investimento envolve um grande grau de volatilidade. Em determinadas situações, eles são capazes de transportar a uma potencial perda de mais de cinquenta% do valor do capital investido. Assim sendo, alcançar a meta de eficiência requer, em geral, um horizonte de investimento de mais de um ano.
Em economia, investimento significa a utilização de capital para a produção de bens, serviços ou do acrescento do capital inicial. As despesas com saúde e educação são considerados os investimentos em capital humano, como esta de de investigação e desenvolvimento em capital intelectual.
Há uma série de parâmetros que podem determinar a eficiência de um investimento. A título de exemplo, o indicador “Regresso do investimento”, ROI, (em inglês, de Retorno de Investimento) poderá ser considerado um importante parâmetro pra avaliação do rendimento obtido.
Uma das fórmulas para definir o regresso sobre o assunto o investimento é a seguinte: (lucro)/ gasto do investimento.
Pra mais fatos relacionados a soluções de investimento, é recomendável consultar um especialista em investimento.

Esse post é continuação do que publiquei ontem a respeito a volatilidade dos mercados: não entre em pânico.
Prometi a mim mesma que hoje falaria que pra mim é a lição mais primordial que se poderá entender em matéria de investimentos, e o prometido é dívida.
Pela minha experiência, o maior defeito que tú poderá cometer a gente, é esquecer que estamos investindo. É narrar:
Infelizmente, esse é um erro bastante contínuo. Tanto, que há pessoas que até mesmo começam a investir sem ter claros estes três pontos essenciais. É então que a gente saiu fugindo da Bolsa, ao acompanhar como se vai diluindo com as baixas o pouco capital com o que contam. Portanto é sério ter muito claro o que procuramos, e ser fiel ao nosso objetivo.
Já, isso pode se conceder da mesma forma, no momento em que os mercados sobem, como quando descem.
Dessa forma, no momento em que o mercado possui uma tendência de alta, muitos investidores “excitação”. Ao ver como vai subindo, investem mais e mais dinheiro, para não continuar de fora da comemoração.
Agora bem, este dinheiro extra pra investir, tomam-no de outros ativos de tua carteira de investimento, provocando desse jeito um desequilíbrio. Desse jeito, assumem um traço maior do que o que de fato podiam tolerar.
A título de exemplo: suponha que um investidor conservador, foi definido que o seu portfólio de investimento perfeito é de 80% da dívida e 20% de bolsa. Quando ela vai subindo, torna-se otimista e pesquisa destinar um percentual superior a ela. Desse modo, pode ser que em algum momento seu portfólio volte cinquenta% de dívida e 50% de bolsa, o qual é bastante mais volatil.
No momento em que vêm as épocas de volatilidade se dão conta de seu defeito, no entanto, desse instante, já é demasiado tarde. E então, uma vez que o valor de teu portfólio varia muito (melhor do que as variações que, pessoalmente, podiam ter tolerado), acabam por permanecer com susto, vendendo tudo e nem querendo retornar a saber mais sobre o assunto esse mercado.
O mesmo ocorre com os mercados em baixa. A gente começa a observar como as suas posições, ou o dinheiro que investiram se vai tornando mais “piá” (isso é, suas ações de cada dia, valem menos dinheiro). Neste local há pessoas que reagem de outra forma: uns buscam erroneamente “cortar suas perdas” e se precipitam pro vender. Outros pensam que são mais sofisticados, fazem caso quando lhes dizem que os preços estão em promoção, e compram mais, ultrapassando portanto, outra vez, a sua tolerância ao traço. E ocorre o mesmo: quando se dão conta, estão com terror e vendem toda a tua posição pra sair.
Muitos fazem-no pior instante: no momento em que os preços estão em seu nível mais nanico (sobre o assunto todos aqueles que cometem o defeito de assumir um risco maior do que pessoalmente são capazes de tolerar).
Não é preciso ser mágico pra enxergar como tem êxito a psicologia das pessoas (o nosso também, mesmo que compreendamos isto e acho que nem). Isto ilustra novamente a importância que dispõe o ser fiel à nossa missão e à nossa estratégia de investimento. Isso nem significa que não possamos moldar ou transformar a nossa estratégia no caminho, pra nada. Porém há que fazê-lo pelas razões certas.
No término, o ser fiel ao nosso propósito e estratégia de investimento é pode ser que a lição mais sério em matéria de investimentos, que se podes ceder.

As últimas previsões do Instituto Alemão de Pesquisa Econômica (DIW Berlin) avançam que o PIB alemão vai crescer 1,9% este ano, 1,4 em 2017 e 1,6 em 2018. São previsões ligeiramente melhores do que as que foram emitidas em abril, quando se previu uma taxa de crescimento do PIB de 1,6% em 2016 e de 1,5 para 2017. “O mercado de trabalho ainda se encontra em boa situação, e continua a apoiar o gasto privado, enquanto que o gasto público tem sido impulsionado pelos gastos relacionados com os refugiados. Isto significa que a atividade interna em geral é muito forte”, disse Ferdinand Fichtner, Chefe da Direção de Previsão e Política Econômica no DIW Berlin.
Riscos conteúdos
No entanto, os especialistas de DIW Berlin advertem que ainda há riscos para a economia alemã. “Em várias partes do mundo, os movimentos políticos e sociais estão tentando desvendar a integração da economia mundial”, disse Ferdinand Fichtner. Entre essas incertezas, como não, está a decisão do Brexit que, por exemplo, poderia ter um impacto sobre a economia alemã nos próximos anos”, se a incerteza resultante sobre as futuras relações entre a UE e o Reino Unido afeta as decisões de negócios”.
O ceticismo com relação a uma integração económica mundial poderá crescer em outras partes do mundo. Além disso, os especialistas de DIW Berlin indicam que embora a China está implementando medidas para aumentar a sua produção, “o risco de uma recessão econômica no longo prazo aumentou”. No seio da UE, a incerteza resultante dos problemas no setor bancário italiano e português e os conflitos nos países do Mediterrâneo oriental, são os maiores focos de preocupação para a economia alemã.
Previsões para 2018
Para 2018, a previsão de DIW Berlin aponta que o PIB alemão vai se expandir a uma taxa semelhante à do potencial de produção, embora os relatórios que segura DIW Berlin indicam que “a economia alemã pode, por exemplo, ter um crescimento mais forte do que o previsto, já que as condições monetárias são extremamente favoráveis do ponto de vista interno”.
No entanto, os riscos de revisão em baixa para dentro de dois anos, estão principalmente relacionados a problemas sociais críticos que poderiam levar a uma redução do grau de integração econômica mundial. Um exemplo é o Brexit, que também poderia ter um forte impacto sobre a economia alemã “se a UE e o Reino Unido têm um confronto difícil quando se tratar de negociações ou se a economia britânica é afetada, em maior medida do que o avançado até o momento”.

O presidente do Banco Central Europeu tem preferido manter-se quieto até ver por onde vão as rotas da economia europeia, após a agitação proporcionada para a União Europeia a marcha do Reino Unido. Em sua reunião de julho, o Conselho do Bce continua a esperar que as taxas de juro directoras do BCE se mantenham nos níveis atuais, ou em níveis inferiores, durante um período que excede largamente o horizonte de nossas compras líquidas de ativos”. A outra perna da política monetária europeia, as compras de bônus, eles vão continuar pelo menos até março de 2017, “ou até uma data posterior, se necessário e, em todo caso, até que se observe um ajuste contínuo da trajetória da inflação que seja compatível com o seu objetivo”.
Os dados que gerencia o BCE mostram que o PIB real da área do euro registou um aumento de 0,6%, em termos trimestrais em cadeia, no primeiro trimestre de 2016, depois de crescer 0,4% no último trimestre de 2015, embora Draghi explicou que “no futuro, continuamos esperando que a recuperação económica a prosseguir a um ritmo moderado”, embora tenha chamado a atenção sobre os riscos para as perspectivas de crescimento da zona do euro, que seguem inclinando-se para baixo.
O ‘bomba’ do Brexit
Mario Draghi procurou acalmar os ânimos e lançou uma mensagem de tranquilidade após o referendo do Reino Unido, “a nossa avaliação é que os mercados financeiros da zona do euro têm resistido ao aumento da incerteza e a volatilidade”. No entanto, assinalou que “dada a incerteza, o Conselho do Bce continuará a acompanhar a evolução do mercado económico e financeiro muito de perto”.
Para os próximos meses, Draghi destacou que as sequelas do Brexit representam um impacto de 0,2% a 0,5% do PIB. “Grandes incertezas prevalecem, porque o efeito do Brexit vai depender de quanto tempo vai ser necessário para que as negociações possam ser concluídas”. O presidente do BCE tem chamado a atenção sobre “os ventos contrários para a recuperação económica na área do euro, incluindo o resultado do referendo no Reino Unido e outras incertezas geopolíticas, as fracas perspectivas de crescimento das economias emergentes, os ajustes necessários de balanços em uma série de setores e um lento ritmo de implementação das reformas estruturais”, afirmou Mario Draghi, quem também disse que vai aguardar a novas projecções macroeconómicas que vai preparar a entidade para setembro e que fornecerão ao Conselho de Governo as informações necessárias para poder tomar decisões.

Dezembro, como quase sempre, foi um bom mês para o emprego. “O número de desempregados registados nos escritórios dos Serviços Públicos de Emprego diminuiu, em dezembro, 86.849 pessoas em relação ao mês anterior”, diz o Ministério de Emprego que, no entanto, reconhece que “em termos desestacionalizados, o desemprego, a baixa no mês de dezembro, em 49.243 pessoas”.
Doze meses em positivo
Os números que lida com Emprego apontam que, com relação a dezembro de 2015, o desemprego sofreu a maior queda em um ano natural de toda a série histórica. O ritmo de redução homóloga do desemprego registado situa-se no 9,54%, o mais acentuado desde 1999″. Seus dados indicam que “nos últimos quatro anos, o desemprego diminuiu em mais de um milhão de pessoas”. Quanto ao desemprego entre os menores de 25 anos “diminuiu nos últimos doze meses em 47.607 pessoas, de tal forma que o desemprego juvenil é reduzido em 13,9% ao ano, acima da média geral”.
Quanto à contratação, durante o mês de dezembro, foram registrados cerca de um milhão e setecentos mil contratos, “o maior número de toda a série histórica, este mês, o que representa um aumento de 6,5% em relação ao mesmo mês de 2015”. De todos eles, menos de 10%, concretamente algo mais 122.000, tiveram caráter indefinido, “com um aumento de 14.436 (13,38%) sobre o mesmo mês do ano anterior”. Neste sentido, “durante o ano de 2016 foram feitas 1.713.262 contratações indefinidas, o que representa um aumento de 204.097 (13,52%) sobre o exercício anterior”, aponta o Ministério de Emprego. Além disso, também reconhece que “o mês de dezembro é influenciado pela campanha de Natal e o parênteses natural em atividades como a indústria ou a sua construção”.
Melhoram os números da Segurança Social
A filiação ao sistema da Segurança Social cresce em 540.655 pessoas, “o melhor resultado da última década em um mês de dezembro”, enquanto que, com relação a novembro, o número de afiliados avança em 68.531. No entanto, “em termos desestacionalizados, a adesão média mensal aumenta em 41.438 ocupados e acumula 36 meses em positivo”.
A afiliação média para a Segurança Social no final do ano se situa em 17.849.055 pessoas, “o melhor registo desde outubro de 2009”. Em termos mensais, a adesão aumentou em 68.531 pessoas, com um aumento particularmente significativo na Andaluzia, que está em plena campanha da azeitona. Em termos homólogas, “o Regime Geral soma 512.733 trabalhadores, o 3,64%, o de Autônomos avança na taxa anual, o 0,83%, o que se traduz em um aumento de 26.211 pessoas, o do Mar aumenta 4,55% (2.621) e do Carvão desce em 910 pessoas (-25,09%)”.

As expectativas para o setor econômico mais importante, o turismo, continuam a ser positivas e apertam a liderança do Brasil como referência internacional. É a principal conclusão a que chegou a empresa de consultoria internacional Deloitte acaba de lançar seu relatório Tendências e Evolução do Turismo em Portugal. Expectativas de 2016 no que ressalta a boa saúde que atravessa este segmento da nossa economia.
Um setor em série
Segundo os analistas, esta empresa internacional, a tendência para o turismo no Brasil é de crescimento. De acordo com o INE, Portugal recebeu, em 2015, mais de 68 milhões de turistas internacionais, enquanto que as previsões apontam para que este ano vamos atingir a cifra de 70 milhões. Além disso, os valores de investimento também são otimistas, “em 2015, o volume de transações foi superior a 2.000 milhões de euros, mais do dobro das registradas em 2015, e a Espanha se tornou o terceiro mercado europeu por volume de investimento, sendo superado apenas pelo Reino Unido e Alemanha”, diz o documento da Deloitte.
Embora o arranque de 2016 foi positivo, Portugal enfrenta uma série de incertezas que poderiam impactar o setor turístico. “Destacam-se a continuidade do ambiente geopolítico externa de países próximos, e o bom funcionamento da economia dos países de que somos receptores”. A Deloitte afirma que reforça a perspectiva de crescimento da demanda de turismo urbano, “propiciado, principalmente, pelo aumento de viagens de negócios, o que favorecerá a cidades do interior e norte de Portugal, Madrid, entre elas”.
O relatório também indica que “o crescimento da demanda continuará influenciando positivamente em regiões como a Catalunha, Ilhas Baleares, ilhas Canárias, Valência e Andaluzia. Embora continuarão crescendo, é de esperar que o façam em percentagens mais moderados que os destinos urbanos, devido a que estes últimos apresentam maior potencial de recuperação, por terem sido os mais afetados de forma negativa para a crise”. Em suma, a Deloitte avança que “de acordo com as últimas estimativas publicadas pela Exceltur, o PIB turístico pode aumentar, em 2016, entre 2,7% e 3,4%, mas sempre com tendência ascendente.
“Todos esses dados não fazem senão confirmar a força do setor turístico espanhol, que ano após ano é capaz de ultrapassar todas as expectativas e se consolida como um dos principais destinos turísticos do mundo”, conclui Jorge Schoenenbergber, sócio-diretor das áreas de Viagens, Hospitality, Leisure